segunda-feira, 14 de julho de 2014

PECADO, NEGAÇÃO DO PLANO SALVÍFICO DE DEUS – 14/07/2014.

Portal na Internet: www.domquintella.com.br
E-MAIL: DOMEDUARDOROCHAQUINTELLA@HOTMAIL.COM

O Antigo Testamento apresenta o pecado em suas diversas faces refletidas e vivenciadas sendo ele contrário ao plano Salvador do Pai-Criador.

Assim pode-se perceber como aquele conjunto de iniciativas humanas que contribui para o fracasso ou retarda a realização da vontade ou desejo de Deus.

A reflexão judia identificou o desígnio divino como lei e a uniu, por consequência, a realidade do pecado com a desobediência da lei, portanto, a corrente mais sublime do Antigo Testamento insistiu sempre na definição do pecado como negação do plano salvífico de Deus.

O aspecto central para entender o pecado é a Aliança. O pecado é sem dúvida a ruptura ou a negação da aliança.

Aliança essa, como realidade religiosa e também enquanto categoria teológica dá perspectiva corrente para se estabelecer a culpabilidade no mundo bíblico do Antigo Testamento, elemento decisivo para a teologia bíblica do pecado.

A perspectiva de aliança dá à culpabilidade três dimensões: a religiosa, a intra-histórica e a comunitária.

Dom Eduardo Rocha Quintella
Bispo Diocese Belo Horizonte
Foto: PECADO, NEGAÇÃO DO PLANO SALVÍFICO DE DEUS – 14/07/2014.

Portal na Internet: www.domquintella.com.br 
E-MAIL: DOMEDUARDOROCHAQUINTELLA@HOTMAIL.COM

O Antigo Testamento apresenta o pecado em suas diversas faces refletidas e vivenciadas sendo ele contrário ao plano Salvador do Pai-Criador. 

Assim pode-se perceber como aquele conjunto de iniciativas humanas que contribui para o fracasso ou retarda a realização da vontade ou desejo de Deus. 

A reflexão judia identificou o desígnio divino como lei e a uniu, por consequência, a realidade do pecado com a desobediência da lei, portanto, a corrente mais sublime do Antigo Testamento insistiu sempre na definição do pecado como negação do plano salvífico de Deus.  
 
O aspecto central para entender o pecado é a Aliança. O pecado é sem dúvida a ruptura ou a negação da aliança. 

Aliança essa, como realidade religiosa e também enquanto categoria teológica dá perspectiva corrente para se estabelecer a culpabilidade no mundo bíblico do Antigo Testamento, elemento decisivo para a teologia bíblica do pecado. 

A perspectiva de aliança dá à culpabilidade três dimensões: a religiosa, a intra-histórica e a comunitária.

Dom Eduardo Rocha Quintella
Bispo Diocese Belo Horizonte

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