segunda-feira, 23 de dezembro de 2013



Dom Eduardo Rocha Quintella- Bispo Diocese Belo Horizonte - Exorta o Mistério Pascal do Natal..

23/12/2013

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O Mistério Pascal do Natal

O centro da celebração do natal é, como sempre, na liturgia da Igreja, o mistério da Eucaristia. No Verbo feito carne a Igreja reconhece o Pão da vida, descido do céu. Na Eucaristia, mistério pascal, os fiéis podem estar em contato com o Verbo encarnado, morto e glorificado.

Natal é o grande momento em que celebramos Deus que veio até nós, celebramos o Emanuel. Deus entre nós. A centralidade desta noite está na encarnação. É noite de incontida alegria, é noite de luz. Com os anjos cantamos Glória a Deus nas alturas.

O Salvador do mundo, por Seu Natal, nos faz nascer para a graça. Nascendo para a vida humana possibilita-nos que nasçamos para a vida divina, se correspondermos aos Seus apelos de conversão, unindo à Sua Igreja, pela fé, pelos sacramentos, e pela prática das virtudes.

Na sociedade atual, segmentos diversos apropriaram-se do Natal e o transformaram num evento (algo eventual, passageiro), numa época de lucrativas vendas, num período de festa e consumismo.

Lembremos que o Natal, para nós, discípulos missionários de Jesus Cristo, é um grande acontecimento, que gera em nós compromisso de fé e de vida. É um tempo de verdadeira alegria, pois o Salvador está entre nós.

O presépio concretiza a nossos olhos, o filho de Deus feito homem ali, na pobreza e na simplicidade de uma gruta, acolhido pelos mansos e humildes de coração.

O Natal é convite à solidariedade e a fraternidade entre os homens. No Dom que Deus faz do seu Filho, o Pai nos convida a partilha, a tornar-nos dons para os nossos irmãos.

Dom que se traduz em serviço generoso, solidariedade, luta pela justiça, defesa da ecologia, socorro dos mais pobres, compromisso com a justiça e a paz.

Dom Eduardo Rocha Quintella
Bispo Diocese Belo Horizonte
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Bispo: Dom Eduardo Rocha Quintella

Diocese Belo Horizonte

23/12/2013

Graça Divina

Quando existe discordância entre a vontade de Deus e a nossa

vontade, nós nos tornamos limitados e incapazes de viver plenamente

na graça divina e de comunicar esta graça aos nossos irmãos e irmãs.


Santa Missa Do IV Domingo Do Advento - 22/12/2012

domingo, 22 de dezembro de 2013

Dom Eduardo Rocha Quintella - Bispo Diocese Belo Horizonte - Comenta a Liturgia Da Palavra deste IV domingo do Advento - 22/12/2013

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A COLABORAÇÃO HUMANA E A AÇÃO DE DEUS.

IV Domingo Advento – 22/12/2013 - Mateus 1,18-24

A Liturgia deste quarto domingo do Advento. O último em preparação para o Natal do Senhor. Mateus relata, conforme já havia anunciado o profeta Isaías, do nascimento do Emanuel, Deus Conosco.
E
ncontramos no evangelho deste domingo duas personagens humildes – mas fundamentais na história da salvação – que, iluminadas e fortalecidas pela fé e dispostas a renunciar aos próprios desejos e direitos, se põem a serviço do projeto de Deus: Maria e José. Graças a eles, o projeto divino se concretiza.

Maria é a porta pela qual Deus quer entrar no mundo. Ela está grávida mesmo antes de ter vivido com o homem a quem foi dada em casamento. Ela é o vaso do silêncio. Não lhe cabe a Ela desvendar o acontecimento sem palavras que se passou entre Ela e o Espírito Santo.

José, homem justo – porque correto, piedoso e conformado à vontade de Deus, não querendo denunciar publicamente Maria, renuncia aos seus direitos legais e a aceita como esposa e Jesus como seu filho, dando-lhe o nome e a linhagem de Davi. Acreditando no anjo e aceitando com amor a proposta do Senhor, recebe Maria e assim auxilia o projeto divino.

Jesus é o dom de Deus a ser acolhido pela humanidade. Torna-se, portanto, inútil qualquer esforço humano de construir a salvação pelas próprias mãos. O ser humano só pode salvar-se por obra de Deus. Qualquer outro caminho estará fadado ao fracasso.

A referência ao Espírito Santo aponta para um tipo de ação inefável e misteriosa de Deus em relação à mãe do Messias. O mesmo Espírito Santo, instrumento da ação divina desde os primórdios da Criação, fez-se também presente quando do nascimento do Messias Jesus. A esta força divina é que se deve sua presença no mundo.

A exemplo de Maria e José, somos chamados a estar sempre atentos à palavra de Deus e em sintonia com a realidade em que vivemos para colaborar com o plano de Deus: a construção do seu reino, iniciado por Jesus. É com nossa prática e nossas atividades cotidianas que conseguimos fazer que Jesus continue nascendo nas famílias e comunidades e na sociedade.

Dom Eduardo Rocha Quintella
Bispo Diocese Belo Horizonte

sábado, 21 de dezembro de 2013

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Bispo: Dom Eduardo Rocha Quintella 

Diocese Belo Horizonte 

21/12/2013

Deus está Presente e Ausente

O nascimento de Jesus teve por objetivo apresentar o amor de Deus aos homens. O novo nascimento que os crentes podem experimentar neste natal, é este amor, derramado em nossos corações. 

A tendência natural da enxurrada consumista é nos levar para as lojas, para os agito, para as cestas recheadas, para as árvores e enfeites, para o Papai Noel e, finalmente, para as festas. 

Desse momento ninguém pode escapar. Seria bom que chegássemos neste natal com o coração cheio de alegria e esperança. 

Natal é festa de esperança. E o que mais o mundo necessita hoje é esperança autêntica. Temos posto a esperança em coisas erradas. 
Esperança no progresso humano, no futuro melhor, na segurança financeira, na eficiência do governo, nos movimentos, nos grandes líderes, nos partidos políticos, nas negociações de paz. 

Mas todos têm falhado em nos dar esperança. Temos descoberto que ter esperança em qualquer deles é conhecer desapontamento e finalmente experimentar o desespero. 

Precisamos de algo mais que sonhar acordados ou esperar cegamente que tudo dê certo. Precisamos de uma esperança vibrante na dor, coerente no pesar, incansável no quebrantamento de coração, inatacável no desapontamento e imorredoura na pressão da vida. 

A verdadeira esperança não advém do planejamento, nem provém da procura da esperança. Ela cresce a partir de duas convicções básicas: que Deus está presente e ausente. É por isso que uma verdadeira experiência do Natal nos traz esperança duradoura.

Dom Eduardo Rocha Quintella
Bispo Diocese Belo Horizonte
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Bispo: Dom Eduardo Rocha Quintella

Diocese Belo Horizonte

Dom Eduardo Rocha Quintella - Bispo Diocese Belo Horizonte - Faz Visita Pastoral Ao Hospital São João Batista - Pedro Leopoldo - MG. E Aplica Sacramento da Unção dos Enfermos No Senhor Geraldo da Cunha Soares - Acamado do Hospital.

Foto: Dom Eduardo A Direita. Senhor Geraldo a Esquerda

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Dom Eduardo R. Quintella Comenta sobre o Natal

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20/12/2013

Natal sem medo

Os medos tomam conta de nossa vida, muitas vezes; medo de doenças, medo da morte, medo de algo não dar certo, medo de não conseguir.....

Medo dos nossos próprios fracassos, medo dos nossos erros, das nossas incertezas, das pessoas, da violência. Dilacerando-nos por dentro e por fora.

Neste tempo de graça, que é o tempo do Natal do Senhor, Ele vem nos visitar para vencer todo o medo que há nós. Deixe O Menino Deus nascer dentro de você....

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Dom Eduardo R. Quintella Comenta sobre o Natal

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19/12/2013

Oração e Comunhão

Faltando poucos dias para o Natal, convém que o anjo do Senhor encontre-nos preparados, como Maria. É preciso que tentemos manter a presença de Deus o dia todo, acrescentar o nosso amor a Jesus Cristo, no nosso tempo de oração, receber com muita devoção a Sagrada Comunhão: porque Jesus nasce e vem conosco.

E que não nos falte a visão sobrenatural nos afazeres da nossa vida. Devemos ter visão sobrenatural em nosso trabalho, nos nossos estudos, em nossos apostolados, inclusive, nos inconvenientes diários.
Nada escapa à providência divina.

Com a certeza e a alegria de saber que colaboramos com os anjos e com o Senhor nos planos amorosos e salvadores de Deus.

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