quinta-feira, 21 de agosto de 2014

REINO DOS CÉUS – 21/08/2014

O Reino dos Céus não é algo estranho para nós, por isso pode ser revelado através das coisas mais simples do nosso dia a dia. É por isso que Jesus usa dos elementos que fazem parte da nossa vida cotidiana, como a semente ou o fermento, para que possamos conhecê-lo. A partir disso, podemos compreender que ou fazemos do Reino dos Céus algo que de fato seja o elemento marcante do nosso dia a dia e direcione constantemente o nosso modo de agir ou não seremos capazes de descobrir o que Deus tem a nos dizer.

Dom Eduardo Rocha Quintella
Bispo Diocese Belo Horizonte

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E-mail: domeduardorochaquintella@hotmail.com
Foto: REINO DOS CÉUS – 21/08/2014

O Reino dos Céus não é algo estranho para nós, por isso pode ser revelado através das coisas mais simples do nosso dia a dia. É por isso que Jesus usa dos elementos que fazem parte da nossa vida cotidiana, como a semente ou o fermento, para que possamos conhecê-lo. A partir disso, podemos compreender que ou fazemos do Reino dos Céus algo que de fato seja o elemento marcante do nosso dia a dia e direcione constantemente o nosso modo de agir ou não seremos capazes de descobrir o que Deus tem a nos dizer.

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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

FRATERNIDADE – 20/08/2014

Estamos vivendo em um mundo que é marcado pela diferença vista não pelo critério da intercomplementariedade, mas pelo critério da oposição e da hierarquia, o que faz com que vivamos em uma sociedade marcada pelo conflito e pela disputa constante de supremacia sobre os demais, de modo que o outro é sempre um concorrente, não é nunca irmão ou irmã, companheiro de caminhada na construção do Reino de Deus. O Evangelho de hoje nos mostra que esses valores que fundamentam a vida das pessoas não vêm de Deus e nem conduz para Deus. Somente a fraternidade, a justiça e o amor vão possibilitar um mundo marcado pela convivência pacífica entre os seres humanos.

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Foto: FRATERNIDADE – 20/08/2014

Estamos vivendo em um mundo que é marcado pela diferença vista não pelo critério da intercomplementariedade, mas pelo critério da oposição e da hierarquia, o que faz com que vivamos em uma sociedade marcada pelo conflito e pela disputa constante de supremacia sobre os demais, de modo que o outro é sempre um concorrente, não é nunca irmão ou irmã, companheiro de caminhada na construção do Reino de Deus. O Evangelho de hoje nos mostra que esses valores que fundamentam a vida das pessoas não vêm de Deus e nem conduz para Deus. Somente a fraternidade, a justiça e o amor vão possibilitar um mundo marcado pela convivência pacífica entre os seres humanos.

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terça-feira, 19 de agosto de 2014

FÉ – 19/08/2014

Jesus declarou que um profeta não é honrado na sua própria terra. Como ele foi criado na cidade de Nazaré, que fica na Galileia, fazia referência aos galileus, que precisavam de sinais e prodígios para crer e ficavam exigindo que Jesus operasse milagres que testemunhariam que ele de fato era o Filho de Deus. Jesus nos mostra que o processo é justamente o contrário: não são os sinais que devem nos levar a crer, mas é a nossa fé que deve produzir sinais de reino de Deus.

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Foto: FÉ – 19/08/2014

Jesus declarou que um profeta não é honrado na sua própria terra. Como ele foi criado na cidade de Nazaré, que fica na Galileia, fazia referência aos galileus, que precisavam de sinais e prodígios para crer e ficavam exigindo que Jesus operasse milagres que testemunhariam que ele de fato era o Filho de Deus. Jesus nos mostra que o processo é justamente o contrário: não são os sinais que devem nos levar a crer, mas é a nossa fé que deve produzir sinais de reino de Deus.

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domingo, 17 de agosto de 2014

ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA – 17/08/2014

A festa da assunção de Nossa Senhora leva-nos a repensar todo o seu peregrinar neste nosso mundo, pois se trata de celebrar o desfecho de sua caminhada. A estreita conexão entre a existência terrena de Maria e a sua vida eterna foi percebida desde cedo pela comunidade cristã, apesar de a Bíblia não contar os detalhes de sua vida e de sua morte.

A comunidade deu-se conta de que Deus assumiu e transformou toda a sua história, suas ações e seu corpo. A comunhão com Deus desdobrava-se, na vida de Maria, na sua disponibilidade a servir o próximo. A ajuda prestada à prima Isabel é uma pequena amostra do que era a Mãe de Deus no seu dia-a-dia.

Na Assunção da Virgem Maria, vemos a nossa esperança de ressurreição já realizada. Nela a Igreja atinge a plenitude do triunfo final, a vitória definitiva sobre a morte e o mal. Por isto esta festa é uma das solenidades mais comemoradas pelos católicos.

Depois da Assunção, Nossa Senhora com maternal benevolência participa com Sua oração e intercessão na obra de seu Filho: a salvação da humanidade. Ela que é a mediadora de todas as graças.

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Foto: ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA – 17/08/2014

A festa da assunção de Nossa Senhora leva-nos a repensar todo o seu peregrinar neste nosso mundo, pois se trata de celebrar o desfecho de sua caminhada. A estreita conexão entre a existência terrena de Maria e a sua vida eterna foi percebida desde cedo pela comunidade cristã, apesar de a Bíblia não contar os detalhes de sua vida e de sua morte. 

A comunidade deu-se conta de que Deus assumiu e transformou toda a sua história, suas ações e seu corpo. A comunhão com Deus desdobrava-se, na vida de Maria, na sua disponibilidade a servir o próximo. A ajuda prestada à prima Isabel é uma pequena amostra do que era a Mãe de Deus no seu dia-a-dia.

Na Assunção da Virgem Maria, vemos a nossa esperança de ressurreição já realizada. Nela a Igreja atinge a plenitude do triunfo final, a vitória definitiva sobre a morte e o mal. Por isto esta festa é uma das solenidades mais comemoradas pelos católicos. 

Depois da Assunção, Nossa Senhora com maternal benevolência participa com Sua oração e intercessão na obra de seu Filho: a salvação da humanidade. Ela que é a mediadora de todas as graças.

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sábado, 16 de agosto de 2014

DEUS MISERICORDIOSO – 16/08/2014

Quando falamos em pecado, sempre nos referimos aos pecados que os outros cometeram, jamais aos nossos, porque os outros precisam ser condenados pelos seus erros e nós somos diferentes, precisamos ser compreendidos. Quando fazemos isso, geralmente escondemos dos outros a face amorosa e misericordiosa de Deus, porque essa face é só para nós, e lhes mostramos um Deus punitivo e vingativo, que quer o castigo de todos, pois essa face não é para nós. Com isso, nos tornamos um obstáculo para a conversão dos outros e, em consequência disso, Deus não agirá com misericórdia e amor conosco.

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Foto: DEUS MISERICORDIOSO – 16/08/2014

Quando falamos em pecado, sempre nos referimos aos pecados que os outros cometeram, jamais aos nossos, porque os outros precisam ser condenados pelos seus erros e nós somos diferentes, precisamos ser compreendidos. Quando fazemos isso, geralmente escondemos dos outros a face amorosa e misericordiosa de Deus, porque essa face é só para nós, e lhes mostramos um Deus punitivo e vingativo, que quer o castigo de todos, pois essa face não é para nós. Com isso, nos tornamos um obstáculo para a conversão dos outros e, em consequência disso, Deus não agirá com misericórdia e amor conosco.

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sexta-feira, 15 de agosto de 2014

DISCÍPULO DE JESUS – 15/08/2014

Jesus sempre renunciou a si mesmo, ele nunca viveu em função de si próprio, nunca buscava a sua realização ou a satisfação de interesses humanos. Ele sempre procurou viver para os seus irmãos e para suas irmãs, estava sempre pronto para servir e não veio para fazer a sua vontade, mas a vontade daquele que o enviou, de modo que a sua vida foi a constante busca da realização do Reino de Deus e o mistério da cruz foi a coroação de toda uma vida vivida não para si, mas para os outros e para Deus. Quem quer ser discípulo de Jesus deve viver segundo os seus ensinamentos.

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Foto: DISCÍPULO DE JESUS – 15/08/2014

Jesus sempre renunciou a si mesmo, ele nunca viveu em função de si próprio, nunca buscava a sua realização ou a satisfação de interesses humanos. Ele sempre procurou viver para os seus irmãos e para suas irmãs, estava sempre pronto para servir e não veio para fazer a sua vontade, mas a vontade daquele que o enviou, de modo que a sua vida foi a constante busca da realização do Reino de Deus e o mistério da cruz foi a coroação de toda uma vida vivida não para si, mas para os outros e para Deus. Quem quer ser discípulo de Jesus deve viver segundo os seus ensinamentos e seguir este seu grande ensinamento.

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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

MARIA – 14/08/2014

A presença de Maria junto ao seu Filho no momento do seu suplício nos mostra a realização da profecia de Simeão. Esta presença também nos mostra a necessidade da nossa presença e da nossa solidariedade junto a todos os que sofrem e que esta presença deve ser muito mais do que estar ao lado fazendo alguma coisa, deve ser também a presença de quem sofre junto porque tem os mesmos valores, comunga as mesmas ideias e luta pela realização plena dos mesmos projetos.

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Foto: MARIA – 14/08/2014

A presença de Maria junto ao seu Filho no momento do seu suplício nos mostra a realização da profecia de Simeão. Esta presença também nos mostra a necessidade da nossa presença e da nossa solidariedade junto a todos os que sofrem e que esta presença deve ser muito mais do que estar ao lado fazendo alguma coisa, deve ser também a presença de quem sofre junto porque tem os mesmos valores, comunga as mesmas ideias e luta pela realização plena dos mesmos projetos.

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terça-feira, 12 de agosto de 2014

PRECONCEITO – 12/08/2014

Um dos maiores impedimentos à ação de Deus é o preconceito. À medida que o preconceito governa o coração, os pensamentos, a fé é sufocada. Antes da fé é preciso derrubar a barreira do preconceito.

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Foto: PRECONCEITO – 12/08/2014

Um dos maiores impedimentos à ação de Deus é o preconceito. À medida que o preconceito governa o coração, os pensamentos, a fé é sufocada. Antes da fé é preciso derrubar a barreira do preconceito.

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