quarta-feira, 20 de agosto de 2014

FRATERNIDADE – 20/08/2014

Estamos vivendo em um mundo que é marcado pela diferença vista não pelo critério da intercomplementariedade, mas pelo critério da oposição e da hierarquia, o que faz com que vivamos em uma sociedade marcada pelo conflito e pela disputa constante de supremacia sobre os demais, de modo que o outro é sempre um concorrente, não é nunca irmão ou irmã, companheiro de caminhada na construção do Reino de Deus. O Evangelho de hoje nos mostra que esses valores que fundamentam a vida das pessoas não vêm de Deus e nem conduz para Deus. Somente a fraternidade, a justiça e o amor vão possibilitar um mundo marcado pela convivência pacífica entre os seres humanos.

Dom Eduardo Rocha Quintella
Bispo Diocese Belo Horizonte

Portal na internet: www.domquintella.com.br
E-mail: domeduardorochaquintella@hotmail.com
Foto: FRATERNIDADE – 20/08/2014

Estamos vivendo em um mundo que é marcado pela diferença vista não pelo critério da intercomplementariedade, mas pelo critério da oposição e da hierarquia, o que faz com que vivamos em uma sociedade marcada pelo conflito e pela disputa constante de supremacia sobre os demais, de modo que o outro é sempre um concorrente, não é nunca irmão ou irmã, companheiro de caminhada na construção do Reino de Deus. O Evangelho de hoje nos mostra que esses valores que fundamentam a vida das pessoas não vêm de Deus e nem conduz para Deus. Somente a fraternidade, a justiça e o amor vão possibilitar um mundo marcado pela convivência pacífica entre os seres humanos.

Dom Eduardo Rocha Quintella
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terça-feira, 19 de agosto de 2014

FÉ – 19/08/2014

Jesus declarou que um profeta não é honrado na sua própria terra. Como ele foi criado na cidade de Nazaré, que fica na Galileia, fazia referência aos galileus, que precisavam de sinais e prodígios para crer e ficavam exigindo que Jesus operasse milagres que testemunhariam que ele de fato era o Filho de Deus. Jesus nos mostra que o processo é justamente o contrário: não são os sinais que devem nos levar a crer, mas é a nossa fé que deve produzir sinais de reino de Deus.

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Foto: FÉ – 19/08/2014

Jesus declarou que um profeta não é honrado na sua própria terra. Como ele foi criado na cidade de Nazaré, que fica na Galileia, fazia referência aos galileus, que precisavam de sinais e prodígios para crer e ficavam exigindo que Jesus operasse milagres que testemunhariam que ele de fato era o Filho de Deus. Jesus nos mostra que o processo é justamente o contrário: não são os sinais que devem nos levar a crer, mas é a nossa fé que deve produzir sinais de reino de Deus.

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domingo, 17 de agosto de 2014

ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA – 17/08/2014

A festa da assunção de Nossa Senhora leva-nos a repensar todo o seu peregrinar neste nosso mundo, pois se trata de celebrar o desfecho de sua caminhada. A estreita conexão entre a existência terrena de Maria e a sua vida eterna foi percebida desde cedo pela comunidade cristã, apesar de a Bíblia não contar os detalhes de sua vida e de sua morte.

A comunidade deu-se conta de que Deus assumiu e transformou toda a sua história, suas ações e seu corpo. A comunhão com Deus desdobrava-se, na vida de Maria, na sua disponibilidade a servir o próximo. A ajuda prestada à prima Isabel é uma pequena amostra do que era a Mãe de Deus no seu dia-a-dia.

Na Assunção da Virgem Maria, vemos a nossa esperança de ressurreição já realizada. Nela a Igreja atinge a plenitude do triunfo final, a vitória definitiva sobre a morte e o mal. Por isto esta festa é uma das solenidades mais comemoradas pelos católicos.

Depois da Assunção, Nossa Senhora com maternal benevolência participa com Sua oração e intercessão na obra de seu Filho: a salvação da humanidade. Ela que é a mediadora de todas as graças.

Dom Eduardo Rocha Quintella
Bispo Diocese Belo Horizonte

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Foto: ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA – 17/08/2014

A festa da assunção de Nossa Senhora leva-nos a repensar todo o seu peregrinar neste nosso mundo, pois se trata de celebrar o desfecho de sua caminhada. A estreita conexão entre a existência terrena de Maria e a sua vida eterna foi percebida desde cedo pela comunidade cristã, apesar de a Bíblia não contar os detalhes de sua vida e de sua morte. 

A comunidade deu-se conta de que Deus assumiu e transformou toda a sua história, suas ações e seu corpo. A comunhão com Deus desdobrava-se, na vida de Maria, na sua disponibilidade a servir o próximo. A ajuda prestada à prima Isabel é uma pequena amostra do que era a Mãe de Deus no seu dia-a-dia.

Na Assunção da Virgem Maria, vemos a nossa esperança de ressurreição já realizada. Nela a Igreja atinge a plenitude do triunfo final, a vitória definitiva sobre a morte e o mal. Por isto esta festa é uma das solenidades mais comemoradas pelos católicos. 

Depois da Assunção, Nossa Senhora com maternal benevolência participa com Sua oração e intercessão na obra de seu Filho: a salvação da humanidade. Ela que é a mediadora de todas as graças.

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sábado, 16 de agosto de 2014

DEUS MISERICORDIOSO – 16/08/2014

Quando falamos em pecado, sempre nos referimos aos pecados que os outros cometeram, jamais aos nossos, porque os outros precisam ser condenados pelos seus erros e nós somos diferentes, precisamos ser compreendidos. Quando fazemos isso, geralmente escondemos dos outros a face amorosa e misericordiosa de Deus, porque essa face é só para nós, e lhes mostramos um Deus punitivo e vingativo, que quer o castigo de todos, pois essa face não é para nós. Com isso, nos tornamos um obstáculo para a conversão dos outros e, em consequência disso, Deus não agirá com misericórdia e amor conosco.

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Foto: DEUS MISERICORDIOSO – 16/08/2014

Quando falamos em pecado, sempre nos referimos aos pecados que os outros cometeram, jamais aos nossos, porque os outros precisam ser condenados pelos seus erros e nós somos diferentes, precisamos ser compreendidos. Quando fazemos isso, geralmente escondemos dos outros a face amorosa e misericordiosa de Deus, porque essa face é só para nós, e lhes mostramos um Deus punitivo e vingativo, que quer o castigo de todos, pois essa face não é para nós. Com isso, nos tornamos um obstáculo para a conversão dos outros e, em consequência disso, Deus não agirá com misericórdia e amor conosco.

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sexta-feira, 15 de agosto de 2014

DISCÍPULO DE JESUS – 15/08/2014

Jesus sempre renunciou a si mesmo, ele nunca viveu em função de si próprio, nunca buscava a sua realização ou a satisfação de interesses humanos. Ele sempre procurou viver para os seus irmãos e para suas irmãs, estava sempre pronto para servir e não veio para fazer a sua vontade, mas a vontade daquele que o enviou, de modo que a sua vida foi a constante busca da realização do Reino de Deus e o mistério da cruz foi a coroação de toda uma vida vivida não para si, mas para os outros e para Deus. Quem quer ser discípulo de Jesus deve viver segundo os seus ensinamentos.

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Foto: DISCÍPULO DE JESUS – 15/08/2014

Jesus sempre renunciou a si mesmo, ele nunca viveu em função de si próprio, nunca buscava a sua realização ou a satisfação de interesses humanos. Ele sempre procurou viver para os seus irmãos e para suas irmãs, estava sempre pronto para servir e não veio para fazer a sua vontade, mas a vontade daquele que o enviou, de modo que a sua vida foi a constante busca da realização do Reino de Deus e o mistério da cruz foi a coroação de toda uma vida vivida não para si, mas para os outros e para Deus. Quem quer ser discípulo de Jesus deve viver segundo os seus ensinamentos e seguir este seu grande ensinamento.

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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

MARIA – 14/08/2014

A presença de Maria junto ao seu Filho no momento do seu suplício nos mostra a realização da profecia de Simeão. Esta presença também nos mostra a necessidade da nossa presença e da nossa solidariedade junto a todos os que sofrem e que esta presença deve ser muito mais do que estar ao lado fazendo alguma coisa, deve ser também a presença de quem sofre junto porque tem os mesmos valores, comunga as mesmas ideias e luta pela realização plena dos mesmos projetos.

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Foto: MARIA – 14/08/2014

A presença de Maria junto ao seu Filho no momento do seu suplício nos mostra a realização da profecia de Simeão. Esta presença também nos mostra a necessidade da nossa presença e da nossa solidariedade junto a todos os que sofrem e que esta presença deve ser muito mais do que estar ao lado fazendo alguma coisa, deve ser também a presença de quem sofre junto porque tem os mesmos valores, comunga as mesmas ideias e luta pela realização plena dos mesmos projetos.

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terça-feira, 12 de agosto de 2014

PRECONCEITO – 12/08/2014

Um dos maiores impedimentos à ação de Deus é o preconceito. À medida que o preconceito governa o coração, os pensamentos, a fé é sufocada. Antes da fé é preciso derrubar a barreira do preconceito.

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Foto: PRECONCEITO – 12/08/2014

Um dos maiores impedimentos à ação de Deus é o preconceito. À medida que o preconceito governa o coração, os pensamentos, a fé é sufocada. Antes da fé é preciso derrubar a barreira do preconceito.

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domingo, 10 de agosto de 2014

PROJETO DE AMOR – 10/08/2014

Nós devemos ter sempre a convicção de que, se fomos chamados para trabalhar no Reino de Deus, foi Jesus quem nos chamou. Outras pessoas podem até ter participado deste chamado, mas forma instrumentos nas mãos de Jesus para que esse chamado acontecesse. Com isso, não realizamos a nossa obra, mas a obra daquele que nos chamou e não agimos pelo nosso próprio poder, mas agimos pelo poder daquele que nos chamou e nos enviou para a realização do seu projeto de amor.

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Foto: PROJETO DE AMOR – 10/08/2014

Nós devemos ter sempre a convicção de que, se fomos chamados para trabalhar no Reino de Deus, foi Jesus quem nos chamou. Outras pessoas podem até ter participado deste chamado, mas forma instrumentos nas mãos de Jesus para que esse chamado acontecesse. Com isso, não realizamos a nossa obra, mas a obra daquele que nos chamou e não agimos pelo nosso próprio poder, mas agimos pelo poder daquele que nos chamou e nos enviou para a realização do seu projeto de amor.

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