sexta-feira, 4 de julho de 2014

A PAZ DE CRISTO – 04/07/2013

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No Santíssimo Sacramento da Eucaristia estão contidos verdadeiramente, realmente e substancialmente o Corpo e o Sangue juntamente com a Alma e a Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo.

O sacrifício da cruz é o sacrifício do altar: tem tanto valor a celebração da missa, como a morte de Cristo na Cruz. É o maior contato com Deus que podemos ter nesta vida.

O sacramento da Eucaristia é o ápice de toda a vida cristã. É a comprovação de que Deus nos ama e nunca nos abandonará. É o gesto concreto e misterioso do amor de Deus por nós.

Jesus permanece realizando no meio de seu povo, um povo novo da aliança nova, os mesmos milagres que realizava através da Eucaristia. Nós temos este presente de maior importância em nossa vida. Em cada celebração Jesus se serve da fragilidade do sacerdote ordenado para estar conosco e para que nós possamos comungá-lo.

A Eucaristia nos ampara nas dificuldades, na luta pela pureza, no combate aos vícios e, sobretudo, aumenta em nós a Fé, a Esperança e a Caridade. É a saúde da alma e do corpo, remédio para todas as enfermidades espirituais.

No momento em que o sacerdote profere as palavras da Consagração Jesus está presente. Vivo para nos livrar de todos os males e nos ajudar para que a nossa vida se associe com a vontade de Deus. Por esta razão precisamos estar sempre preparados para recebê-la com todo amor e dignidade possível.

A preparação para receber este sacramento deve ser feita através da Reconciliação frequente. Este sacramento está ligado a Eucaristia como uma forma de estarmos totalmente disponíveis ao amor de Deus.

Nós, na realidade somos muito limitados para entendermos este mistério, precisamos confiar na Palavra do Senhor que é infalível, é o Espírito Santo quem age em favor de nossas limitações.
A Eucaristia está ligada à Palavra de Deus, uma consolida a outra na busca de perfeição.

Que a paz de Cristo e a proteção de Maria estejam com todos vocês.

Dom Eduardo Rocha Quintella
Bispo Diocese Belo Horizonte
Foto: A PAZ DE CRISTO – 04/07/2013

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No Santíssimo Sacramento da Eucaristia estão contidos verdadeiramente, realmente e substancialmente o Corpo e o Sangue juntamente com a Alma e a Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo.

O sacrifício da cruz é o sacrifício do altar: tem tanto valor a celebração da missa, como a morte de Cristo na Cruz. É o maior contato com Deus que podemos ter nesta vida. 

O sacramento da Eucaristia é o ápice de toda a vida cristã. É a comprovação de que Deus nos ama e nunca nos abandonará. É o gesto concreto e misterioso do amor de Deus por nós.

Jesus permanece realizando no meio de seu povo, um povo novo da aliança nova, os mesmos milagres que realizava através da Eucaristia. Nós temos este presente de maior importância em nossa vida. Em cada celebração Jesus se serve da fragilidade do sacerdote ordenado para estar conosco e para que nós possamos comungá-lo. 

A Eucaristia nos ampara nas dificuldades, na luta pela pureza, no combate aos vícios e, sobretudo, aumenta em nós a Fé, a Esperança e a Caridade. É a saúde da alma e do corpo, remédio para todas as enfermidades espirituais.

No momento em que o sacerdote profere as palavras da Consagração Jesus está presente. Vivo para nos livrar de todos os males e nos ajudar para que a nossa vida se associe com a vontade de Deus. Por esta razão precisamos estar sempre preparados para recebê-la com todo amor e dignidade possível. 

A preparação para receber este sacramento deve ser feita através da Reconciliação frequente. Este sacramento está ligado a Eucaristia como uma forma de estarmos totalmente disponíveis ao amor de Deus.

Nós, na realidade somos muito limitados para entendermos este mistério, precisamos confiar na Palavra do Senhor que é infalível, é o Espírito Santo quem age em favor de nossas limitações. 
A Eucaristia está ligada à Palavra de Deus, uma consolida a outra na busca de perfeição. 

Que a paz de Cristo e a proteção de Maria estejam com todos vocês.

Dom Eduardo Rocha Quintella 
Bispo Diocese Belo Horizonte

quinta-feira, 3 de julho de 2014

COMUNIDADE APOSTÓLICA – 03/07/2014

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A Trindade é a fonte de toda comunhão, é dela e a partir dela, que todo o amor humano, e consequentemente toda doação se manifestam numa abertura para o outro. Aí está à base de toda comunidade. O tripé que sustenta toda a vida em sociedade: Unidade, Doação e Abertura. Sem eles deixamos de nos assemelhar à Trindade, fugindo do desígnio divino para a vida em comum.

Essa é a síntese da vocação humana: Viver em comunhão com Deus e com seus irmãos. Jesus mesmo nos ensinou, quando chamou os apóstolos pessoalmente, um a um, para participar com Ele e com os outros discípulos, da sua vida e destino. Estava assim inaugurada a comunidade cristã, comunidade essa que vivia junto do seu mestre, que seguia os seus caminhos, e bebia suas palavras.

Olhando para a comunidade dos discípulos, temos um referencial sólido de ideal de vida, de comunhão completa e dinamismo unificante, encontrando assim, seu arquétipo na vida de unidade das pessoas da Santíssima Trindade. É o amor e a doação entre o Pai e o Filho que gera o Espírito Santo que, por sua vez, é o mantenedor dessa relação, preservando assim a unidade.

São distintos entre si pelas relações de origem: é o Pai que gera o Filho que é gerado, o Espírito Santo que procede. A Unidade Divina é trina. Não se pode falar de comunidade cristã sem se associar à comunidade divina. Ela nada mais é que um reflexo dessa, um transbordar do amor de Deus, do Deus Trino que quis reproduzir também entre nós um modelo de comunhão.
As exigências apostólicas e os apelos mais insistentes do coração do homem impulsionam-lhe cada vez mais a ocupar um lugar onde possa ficar mais próximo de Deus, mais parecido com a Trindade, pois a vocação é a expressão do Dom de si a Deus e à Igreja.

A vocação do homem não é só um chamado individual, mas uma convocação em conjunto com o outro, compartilhando a existência diária, os problemas e as alegrias, de acordo com o carisma e a característica de cada comunidade. Quando o homem aí se realiza, descobriu o chamado do Senhor para si.

Nesse novo contexto em que está inserido, o tripé da Abertura, Doação e Unidade, novamente torna-se fundamental para a coexistência em comum e consequentemente para a subsistência da comunidade a que pertence.

Dom Eduardo Rocha Quintella
Bispo Diocese Belo Horizonte
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A Trindade é a fonte de toda comunhão, é dela e a partir dela, que todo o amor humano, e consequentemente toda doação se manifestam numa abertura para o outro. Aí está à base de toda comunidade. O tripé que sustenta toda a vida em sociedade: Unidade, Doação e Abertura. Sem eles deixamos de nos assemelhar à Trindade, fugindo do desígnio divino para a vida em comum. 

Essa é a síntese da vocação humana: Viver em comunhão com Deus e com seus irmãos. Jesus mesmo nos ensinou, quando chamou os apóstolos pessoalmente, um a um, para participar com Ele e com os outros discípulos, da sua vida e destino. Estava assim inaugurada a comunidade cristã, comunidade essa que vivia junto do seu mestre, que seguia os seus caminhos, e bebia suas palavras. 

Olhando para a comunidade dos discípulos, temos um referencial sólido de ideal de vida, de comunhão completa e dinamismo unificante, encontrando assim, seu arquétipo na vida de unidade das pessoas da Santíssima Trindade. É o amor e a doação entre o Pai e o Filho que gera o Espírito Santo que, por sua vez, é o mantenedor dessa relação, preservando assim a unidade. 

São distintos entre si pelas relações de origem: é o Pai que gera o Filho que é gerado, o Espírito Santo que procede. A Unidade Divina é trina. Não se pode falar de comunidade cristã sem se associar à comunidade divina. Ela nada mais é que um reflexo dessa, um transbordar do amor de Deus, do Deus Trino que quis reproduzir também entre nós um modelo de comunhão. 
As exigências apostólicas e os apelos mais insistentes do coração do homem impulsionam-lhe cada vez mais a ocupar um lugar onde possa ficar mais próximo de Deus, mais parecido com a Trindade, pois a vocação é a expressão do Dom de si a Deus e à Igreja. 

A vocação do homem não é só um chamado individual, mas uma convocação em conjunto com o outro, compartilhando a existência diária, os problemas e as alegrias, de acordo com o carisma e a característica de cada comunidade. Quando o homem aí se realiza, descobriu o chamado do Senhor para si. 

Nesse novo contexto em que está inserido, o tripé da Abertura, Doação e Unidade, novamente torna-se fundamental para a coexistência em comum e consequentemente para a subsistência da comunidade a que pertence.

Dom Eduardo Rocha Quintella 
Bispo Diocese Belo Horizonte

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Eu fiz diferença- 02/07/2014

Esta é a história de um escritor que morava numa praia tranquila, junto a uma colônia de pescadores. 

Todas as manhãs, ele passeava à beira-mar para buscar inspiração, e, à tarde, ficava em casa escrevendo. 

Um dia, caminhando pela praia, viu um vulto que parecia dançar. 

Ele foi ao encontro desse vulto e ao aproximar-se, encontrou um menino pegando as estrelas-do-mar da areia e jogando-as, uma por uma, de volta ao oceano 

Porque está fazendo isso? - perguntou o escritor. 

Você não vê? - disse o garoto - A maré está baixa e o sol muito quente. Elas secarão com o calor, vão morrer se ficarem aqui. 

Meu jovem, exitem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas por elas. Você joga umas poucas de volta ao oceano . . .Que diferença isso faz? - indagou o escritor. 

O jovem pegou mais uma estrela da areia, jogou-a no mar, olhou dentro dos olhos do escritor e disse: 

-Para essa . . .eu fiz diferença. 


Não importa se o que estamos fazendo vai resolver todos os problemas do mundo. O que interessa é que estejamos fazendo sempre o nosso melhor. Isto é fazer diferença.
Deus preferiu contar com você.

Só Deus pode criar
Mas você pode valorizar o que Ele criou
Só Deus pode dar a vida
Mas você pode transmiti-la e respeitá-la
Só Deus pode dar a fé
Mas você pode dar o seu testemunho
Só Deus pode dar a paz
Mas você pode semear a união
Só Deus pode dar a força
Mas você pode apoiar quem desanimou
Só Deus pode infundir esperança
Mas você pode restituir a confiança ao irmão
Só Deus pode dar o amor
Mas você pode ensinar seu irmão a amar
Só Deus pode dar a alegria
Mas você pode sorrir a todos
Só Deus é o caminho
Mas você pode indicá-lo aos outros
Só Deus é a luz
Mas você pode fazê-la brilhar
Só Deus é a vida
Mas você pode dar aos outros a alegria de viver
Só Deus pode fazer o impossível
Mas você sempre poderá fazer o que é possível
Só Deus pode fazer milagres
Mas você pode fazer sacrifício
Só Deus pode fazer a semente do bem germinar
Mas você pode plantá-la no coração humano
Só Deus se basta a si mesmo
Mas Ele preferiu contar com você!

terça-feira, 1 de julho de 2014

EVANGELIZAÇÃO – 01/07/2014

Na visita pastoral, é comum padres, pastores e agentes de pastoral da saúde se preocuparem com a evangelização. Aliás, já ouvi da boca de um padre a seguinte expressão: Se eu for visitar um doente e não falar doEvangelho, qual a finalidade da visita, Infelizmente, são muitos os que pensam dessa maneira.

Primeiramente, diria que evangelizar não é apenas uma questão de doutrinação, de transmitir determinadas verdades de que já temos posse. Evangelizar é, primordialmente, comunicar aos outros o Cristo que está em nós. Nesse sentido, até o próprio paciente pode se tornar um instrumento de evangelização.

Além disso, você que carrega essa preocupação de evangelizar a qualquer custo tenha certeza de que sua presença é uma das muitas maneiras de evangelizar. Às vezes, muito mais eficaz do que as muitas palavras que você pronuncia quase sem refletir sobre a profundidade delas.

Portanto, a evangelização tem um conteúdo doutrinal importante, mas nela a comunicação de conteúdos precisa ser adaptada à situação concreta das pessoas.

Ou seja, não é conveniente exigir de alguém que nunca teve contato com a Palavra de Deus a mesma resposta e o mesmo comportamento de alguém que já está integrado na comunidade há mais tempo. Portanto, cuidado com as palavras.

Dom Eduardo Rocha Quintella
Bispo Diocese Belo Horizonte

segunda-feira, 30 de junho de 2014

MORTE E VIDA – 30/06/2014

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A ressurreição de Jesus é um mistério, um fato de ordem sobrenatural, que se situa para além da experiência humana. Embora ultrapasse os nossos sentidos e vá além de nossa experiência, a ressurreição de Cristo é um acontecimento real, isto é, pode ser comprovado. É o ponto central da pregação dos Apóstolos.

Cristo anunciou diversas vezes e de modos distintos que ressuscitaria. Jesus teve a delicadeza de preparar a Sua ressurreição, ressuscitando pessoas. Em sua peregrinação terrena, Jesus exprimiu muitas vezes, por gestos e palavras, a grande esperança da vida que viera oferecer a cada um de nós que cremos.

O que seremos depois já o é agora, ressuscitados na fé e na esperança. No batismo fomos sepultados com Cristo para nele ressuscitarmos para uma vida nova, somos enviados a proclamar o Evangelho da vida com a força de Cristo ressuscitado. Aliás, a vida cristã é duelo radical entre a morte e a vida. Não fomos criados para a morte, mas para vivermos eternamente.

Devemos, portanto, instaurar uma nova cultura da vida, que seja fruto da cultura da verdade e do amor. Com sua ressurreição, Cristo abriu definitivamente o caminho da vida. Ele, Vida que não morre, reabriu a esperança toda a existência humana.

Com Cristo ressuscitado, somos convidados a viver na esperança da feliz ressurreição. Em busca de uma sociedade fraterna, solidária e justa, empenhemo-nos em proporcionar às Pessoas seus direitos e dignidade.

Dom Eduardo Rocha Quintella
Bispo Diocese Belo Horizonte

domingo, 29 de junho de 2014

IGREJA ESCOLA DO AMOR – 29/06/2014

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A Igreja é o lugar aonde aprendemos a amar. Podemos dizer que a Igreja é a escola do amor. É na Igreja que se ama a quem nos rodeia, quer sejamos aqueles que sofrem ou os que sofrem com eles, ou os que sofrem por causa deles.

Por isso insistimos nesta dimensão pastoral da igreja, de relações que mostram nossas atitudes, ações, trabalhos e sofrimentos.

Se alguém crê que cumprir a missão da igreja difere desse companheirismo, está equivocado. É por ver como se amam que as pessoas procuram a Jesus Cristo. É porque todos podem ser um convivendo cotidianamente, que o mundo crê em Jesus.

Não são muitos os que pensam que a tarefa missionária se cumpre do exercício constante da oração. Há pouca ênfase nisto; e muito menos na oração comunitária.

Quando surge uma atividade especial, é elogiada com trombetas e flautas, mas não uma que seja realizada fielmente por uma comunidade que se reúne para orar com regularidade em um lugar determinado. Inclusive em casas particulares.

No entanto, todos os dias, no templo e nas casas, é significativo ensinar e pregar Jesus Cristo; orar pela expansão do evangelho.

Raras são as ocasiões em que se estuda, a níveis populares, sobre os inúmeros homens e mulheres que através dos séculos se têm dedicado a orar, de forma intensa, pelo trabalho missionário.

Nem se considera a própria oração como uma tarefa apostólica recomendada por Jesus. Mas é um imperativo fazê-la, a fim de estimular em nosso mundo contemporâneo à oração de todos os santos da igreja contemporânea, com a lembrança daqueles que nos antecederam.

Dom Eduardo Rocha Quintella
Bispo Diocese Belo Horizonte

sábado, 28 de junho de 2014

A IGREJA QUE QUEREMOS – 28/06/2014

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A Igreja Presente no mundo dos Humanos, está sempre oferecendo a todas as pessoas a Salvação Redentora de Nosso Senhor Jesus Cristo

Nós somos escolhidos por Deus para fazer parte de sua família e assim sendo deve ser um grande privilégio para todos nós sermos encontrados ao lado de Deus. Deus quer o nosso coração antes de qualquer outra coisa.

Na igreja nós encontramos um ambiente onde os nossos dons e talentos podem ser exercitados, aprimorados para a missão. Nós assumimos o compromisso no batismo e profissão de fé orar e sustentar a igreja. A igreja somos nós e nós fazemos a igreja que queremos.

As pessoas devem saber que você é um cristão comprometido com Deus e com a igreja. Não deixe de testemunhar e convidar as pessoas para que venham a igreja com você.

A igreja somente experimentará um crescimento quando os seus membros estiverem demonstrando entusiasmo para com as coisas de Deus.

Quero convidar você a colocar a sua vida diante de Deus e pedir que ele use você para a Glória do Seu nome. Não se contente em ser apenas um observador.

Integrem-se nas fileiras daquelas pessoas que têm colocado os seus nomes na história de transformar este mundo para Cristo.

Dom Eduardo Rocha Quintella
Bispo Diocese Belo Horizonte

sexta-feira, 27 de junho de 2014

JESUS EUCARÍSTICO – 27/06/2014

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A felicidade que nós procuramos a felicidade que temos direito de saborear, tem um nome, um rosto: o de Jesus de Nazaré, oculto na Eucaristia.

Somente Ele dá plenitude de vida à humanidade. Diga como Maria, o seu sim ao Deus que quer se entregar a você.

Quem deixa Cristo entrar na própria vida não perde nada, nada, absolutamente nada do que faz a vida livre, bela e grande.

Somente com esta amizade se abrem completamente as portas da vida. Só com esta amizade se abrem realmente as grandes potencialidades da condição humana.

Só com esta amizade, experimentando o que é belo e o que nos liberta. Esteja plenamente convencido:

Cristo não elimina nada do que existe de formoso e grande em você, mas leva tudo à perfeição, para a glória de Deus, a felicidade dos homens e a salvação do mundo.

Dom Eduardo Rocha Quintella
Bispo Diocese Belo Horizonte

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