Dom Eduardo Quintella - Bispo Diocesano Belo Horizonte - Comenta sobre o tempo Litúrgico do Advento.
08/12/2013
Portal na Internet:
www.domquintella.com.br
Missionários da Alegria e Misericórdia.
O tempo do Advento é para toda a Igreja, momento de forte mergulho na liturgia e na mística cristã. É tempo de espera e esperança, de estarmos atentos e vigilantes, preparando-nos alegremente para a vinda do Senhor.
Ao celebrar anualmente a liturgia de Advento, a Igreja atualiza esta espera do Messias: participando da longa preparação da primeira vinda do Salvador, os fiéis renovam o ardente desejo de sua segunda Vinda.
O Advento recorda a dimensão histórica da salvação, evidencia a dimensão escatológica do mistério cristão e nos insere no caráter missionário da vinda de Cristo. Ao serem aprofundados os textos litúrgicos desse tempo, constata-se na história da humanidade o mistério da vinda do Senhor, Jesus, que de fato se encarna e se torna presença salvífica na história.
A liturgia do Advento nos impulsiona a reviver alguns dos valores essenciais cristãos, como a alegria expectante e vigilante, a esperança, a pobreza, a conversão. Deus é fiel a suas promessas: o Salvador virá; daí a alegre expectativa, que deve nesse tempo, não só ser lembrada, mas vivida, pois aquilo que se espera acontecerá com certeza.
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Portanto, não se está diante de algo irreal, fictício, passado, mas diante de uma realidade concreta e atual. A esperança da Igreja é a esperança de Israel já realizada em Cristo, mas que só se consumará definitivamente na parusia (volta) do Senhor. Por isso, o brado da Igreja característico nesse tempo é Marana tha! Vem Senhor Jesus!
Nesta época de pressa e agitação, somos tentados a comprar o espírito natalino. Neste tempo, resistimos essa tentação e escolhemos, em vez disso, estar em paz com quem somos e com onde estamos nessa jornada. Deixaremos que esse tempo nos prepare, e ouviremos o chamado de Deus para sermos aqueles que preparam o mundo.
O Natal se aproxima! Nossos corações devem estar em constante preparação, para que o Cristo possa nos ajudar a reconstruir uma nova sociedade alicerçada na fraternidade. Alimentados pela Palavra e comprometidos com a Eucaristia, sejamos missionários da alegria e da misericórdia, para que Nele todos tenham vida plena.
Eduardo Rocha Quintella
Bispo Diocese Belo Horizonte
08/12/2013
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Missionários da Alegria e Misericórdia.
O tempo do Advento é para toda a Igreja, momento de forte mergulho na liturgia e na mística cristã. É tempo de espera e esperança, de estarmos atentos e vigilantes, preparando-nos alegremente para a vinda do Senhor.
Ao celebrar anualmente a liturgia de Advento, a Igreja atualiza esta espera do Messias: participando da longa preparação da primeira vinda do Salvador, os fiéis renovam o ardente desejo de sua segunda Vinda.
O Advento recorda a dimensão histórica da salvação, evidencia a dimensão escatológica do mistério cristão e nos insere no caráter missionário da vinda de Cristo. Ao serem aprofundados os textos litúrgicos desse tempo, constata-se na história da humanidade o mistério da vinda do Senhor, Jesus, que de fato se encarna e se torna presença salvífica na história.
A liturgia do Advento nos impulsiona a reviver alguns dos valores essenciais cristãos, como a alegria expectante e vigilante, a esperança, a pobreza, a conversão. Deus é fiel a suas promessas: o Salvador virá; daí a alegre expectativa, que deve nesse tempo, não só ser lembrada, mas vivida, pois aquilo que se espera acontecerá com certeza.
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Portanto, não se está diante de algo irreal, fictício, passado, mas diante de uma realidade concreta e atual. A esperança da Igreja é a esperança de Israel já realizada em Cristo, mas que só se consumará definitivamente na parusia (volta) do Senhor. Por isso, o brado da Igreja característico nesse tempo é Marana tha! Vem Senhor Jesus!
Nesta época de pressa e agitação, somos tentados a comprar o espírito natalino. Neste tempo, resistimos essa tentação e escolhemos, em vez disso, estar em paz com quem somos e com onde estamos nessa jornada. Deixaremos que esse tempo nos prepare, e ouviremos o chamado de Deus para sermos aqueles que preparam o mundo.
O Natal se aproxima! Nossos corações devem estar em constante preparação, para que o Cristo possa nos ajudar a reconstruir uma nova sociedade alicerçada na fraternidade. Alimentados pela Palavra e comprometidos com a Eucaristia, sejamos missionários da alegria e da misericórdia, para que Nele todos tenham vida plena.
Eduardo Rocha Quintella
Bispo Diocese Belo Horizonte

![Foto: Portal na Internet: www.domquintella.com.br
Dom Eduardo Rocha Quintella
Bispo Diocesano Belo Horizonte
O Messias vai chegar
Solenidade da Imaculada Conceição de Nossa Senhora
1ª Leitura: Gn 3,9-15.20
Sl: 98 [97]
2ª Leitura: Ef 1,3-6.11-12
Evangelho: Lc 1,26-38
* 26 No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia chamada Nazaré. 27 Foi a uma virgem, prometida em casamento a um homem chamado José, que era descendente de Davi. E o nome da virgem era Maria. 28 O anjo entrou onde ela estava, e disse: «Alegre-se, cheia de graça! O Senhor está com você!» 29 Ouvindo isso, Maria ficou preocupada, e perguntava a si mesma o que a saudação queria dizer. 30 O anjo disse: «Não tenha medo, Maria, porque você encontrou graça diante de Deus. 31 Eis que você vai ficar grávida, terá um filho, e dará a ele o nome de Jesus. 32 Ele será grande, e será chamado Filho do Altíssimo. E o Senhor dará a ele o trono de seu pai Davi, 33 e ele reinará para sempre sobre os descendentes de Jacó. E o seu reino não terá fim.» 34 Maria perguntou ao anjo: «Como vai acontecer isso, se não vivo com nenhum homem?» 35 O anjo respondeu: «O Espírito Santo virá sobre você, e o poder do Altíssimo a cobrirá com sua sombra. Por isso, o Santo que vai nascer de você será chamado Filho de Deus. 36 Olhe a sua parenta Isabel: apesar da sua velhice, ela concebeu um filho. Aquela que era considerada estéril, já faz seis meses que está grávida. 37 Para Deus nada é impossível.» 38 Maria disse: «Eis a escrava do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra.» E o anjo a deixou.
* 26-38: Maria é outra representante da comunidade dos pobres que esperam pela libertação. Dela nasce Jesus Messias, o Filho de Deus. O fato de Maria conceber sem ainda estar morando com José indica que o nascimento do Messias é obra da intervenção de Deus. Aquele que vai iniciar nova história surge dentro da história de maneira totalmente nova.
Bíblia Sagrada – Edição Pastoral](https://fbcdn-sphotos-h-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash4/p480x480/1459936_227454324093948_868148032_n.jpg)



