domingo, 8 de setembro de 2013

Diocese Católica Belo Horizonte

Bispo: Dom Eduardo Rocha Quintella

Mensagem Dominical

Dia 08/09/2013

Jesus é o ungido do Pai que veio ate nós com a missão de evangelizar os pobres, ou seja, de tornar membro do 

Reino dos Céus todos os que colocam a sua esperança no Senhor. Assim, Jesus também nos mostra o que é 

necessário para que a Igreja, o seu Corpo Místico, seja fiel à sua missão de continuadora da sua obra.

sábado, 7 de setembro de 2013

Dom Eduardo R. Quintella - Traça elementos essenciais a Pastoral da Saúde

07/09/2013

VISITA AO DOENTE: A ARTE DE ESTAR COM O OUTRO



O que devo fazer quando o doente fica em silêncio ? Quando ele chora, quando está inconsciente, em estado terminal, com uma doença incurável, revoltado ou depressivo, quando é de outra religião ou ateu, quando não aceita orações e sacramentos, ou ainda quando não está muito disposto a receber visitas e conversar?
Talvez essas sejam as perguntas que mais angustiam os agentes de pastoral da saúde quando visitam os doentes. Por isso, esses são, sem dúvida, os questionamentos que mais ouço quando dou cursos para agentes de pastoral da saúde, ministros da eucaristia e/ou pessoas que visitam doentes nos hospitais e em casa.
Essa angústia aumenta ainda mais quando, nos cursos, falo sobre aquilo que o agente não deveria dizer aos doentes. Ou ainda quando chamo a atenção para que nas vi- sitas os agentes não repitam frases feitas tais como você vai sair dessa, você vai ficar bom, nada acontece por acaso, eu já vi coisa pior, hoje é você, amanhã poderá ser eu, graças a Deus que você está num bom hospital, Deus não dá nada mais daquilo que a gente não pode suportar, comparado ao de Jesus seu sofrimento não é nada. Enfim, aquelas palavras que soam muito bem para quem fala, mas que pouco ajuda quem ouve.
Ao mesmo tempo, procuro ressaltar a importância de não fazer muitas perguntas, não usar os recursos da oração como uma maneira de não se envolver ou se livrar das pessoas, não ter uma preocupação exagerada em oferecer e/ou distribuir sacramentos, orações e bênçãos. Ou então pensar que pode e deve “resolver” os problemas dos doentes, dos familiares ou das pessoas que, direta ou indiretamente, cuidam dele.
Depois de recomendações de não repetir frases feitas, fazer muitas perguntas, tentar impor suas convicções religiosas a ninguém, ter tanta preocupação em falar de Deus, de distribuir sacramentos ou ficar fazendo orações com os doentes, os visitadores, agentes de pastoral da saúde, perguntam: Mas, afinal, se não podemos fazer assim, o que devemos fazer ou dizer? Será que vale a pena continuar visitando os doentes?
A IMPORTÂNCIA DA VISITA
Todos os que se dispõem visitar os doentes, nos hospitais ou em casa, devem ter uma certeza: Toda e qualquer visita, mesmo que seja feita de maneira não muito conveniente, sempre acaba provocando certo bem-estar para a pessoa. Anão ser que o visitador caia num vale de lágrimas: leve e exponha seus problemas pessoais e dificuldades para o doente que já tem os seus.
Os livros e artigos sobre relação de ajuda e Pastoral da Saúde ressaltam o bem-estar que a visita provoca nas pessoas. Ao mesmo tempo, lembra que na visita pastoral não existe o certo e o errado. O que existe são maneiras, mais ou menos convenientes, de estabelecer uma relação de ajuda com os doentes. Acrescenta-se a tudo isso que, na visita pastoral, cada caso é um caso.
Não podemos nos dar ao luxo de pensar que não precisamos de nenhum preparo para esse tipo de trabalho. Infelizmente, são muitos os que pensam dessa maneira. Assim, desde que eu tenha fé, amor e boa vontade, o resto o Espírito Santo garante. Uma boa preparação ajudará o agente a descobrir a maneira mais conveniente de visitar um doente e, sobretudo, que a visita é uma oportunidade de estar com o outro.
O ESTAR COM O OUTRO
Todas as dúvidas e inquietações surgidas nas visitas pastorais resultam da preocupação do agente em fazer algo pelo outro: O que eu posso fazer para ajudar o outro a resolver seus problemas?
No entanto, na visita pastoral, mais importante do que pensar no que eu posso fazer, é pensar que a finalidade principal da visita não é fazer algo pelo outro mas estar com o outro. Estando com o outro, certamente poderei ajudá-lo de alguma maneira. Porém, se minha preocupação maior for fazer algo, a impossibilidade de realizar tal tarefa poderá causar certa frustração.
No Novo Testamento são muitos os relatos que mostram as atitudes de Jesus para com as pessoas. Chama nossa atenção a maneira de Jesus agir. Embora não tivesse maior preocupação em reunir grandes multidões, sabia como ninguém, quando estava com as pessoas, aproveitar bem as oportunidades. No capítulo quatro do evangelho de São João por exemplo, temos o episódio que narra o encontro com a mulher samaritana que estava apanhando água no poço (cf. Jo 4). Nele, Jesus se coloca na condição de necessitado, só depois que ela se sente amparada começa a fazer algo por ela, ou evangelizá-la.
No evangelho de Lucas, na caminhada com os discípulos de Emaús (cf. Lc 24,13-35), antes de fazer qualquer observação ou recomendação, caminha durante algum tempo com eles. Só depois de ouvi-los, provoca confronto. "Afinal, sobre o que vocês estavam conversando enquanto caminhavam pelo caminho?" São Marcos, relata o encontro de Jesus com o cego Bartimeu (cf. Mc 10,46-52). Também aqui, Jesus só realiza a cura depois de Bartimeu expressar sua vontade: "Mestre, eu quero ver de novo".
Portanto, quando visitar doentes, muito mais do que pensar no que vai fazer e/ou falar para ajudar o outro, pense em estar com ele. Pois a primeira finalidade da visita não é fazer desaparecer as dores e os problemas daquele que sofre, mas enfrentá-los, de maneira criativa, para o próprio crescimento.
Diocese Católica Ortodoxa Belo Horizonte

Bispo: Dom Eduardo Rocha Quintella

Mensagem Cristã

Dia 07/09/2013

O Homem que está verdadeiramente ligado a Jesus, não significa que não irá sofrer por problemas das mais diversas naturezas; significa ao contrário, que os terá, mais irá vencê-los, porque tem fé que Jesus estará do seu lado. 

Precisamos entender que a verdadeira comunhão com Deus se dá em espírito, verdade e fé, através da oração, é a nossa porta de entrada para comunicarmos com Deus.

Portal na Internet: www.domquintella.com.br 

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Dom Eduardo R. Quintella - Bispo Diocesano Ortodoxo Belo Horizonte - Elucida Bíblia e Fraternidade

06/09/2013
Bíblia e Fraternidade
Estamos no mês da Bíblia. Jesus nos convida ao diálogo para superar os conflitos, pois vivemos neste mundo marcado por tanta violência que causa muitas vitimas na sociedade.
Por isso, Jesus vem nos ensinar que correção fraterna, apesar de difícil, é um belo gesto de ajuda entre os irmãos que se amam e se respeitam. Aproveitemos todo este mês para nos dedicarmos mais ao estudo da Palavra de Deus.
A Igreja, embora de instituição divina, conhece a dura realidade do pecado. Composta de homens e mulheres, nela sempre estará juntos o bem e o mal, a justiça e o pecado.
Ela é na história um corpo misto, e não uma comunidade de puros, perfeitos e santos. Ela deve mostrar uma prontidão especial para com aqueles que fracassam em sua vida cristã.
A Igreja se apresenta, então, como comunidade de salvação, no sentido sacramental: ela representa, torna presente o Salvador, que nos une com o Pai. A verdadeira comunidade eclesial é sacramento de Cristo e do Pai.
Com a certeza da presença do Ressuscitado no meio da comunidade, somos convidados a agir como Deus age. Neste mundo de competição, ganância, mentira e acumulação, a comunidade deve ser um espaço alternativo de solidariedade, fraternidade, prática da justiça, da verdade e do perdão.
O verdadeiro amor não deixa as pessoas como são com seus defeitos e as suas limitações. Amar um irmão significa ajudá-lo a crescer em todos os níveis, querer concretamente a sua libertação, daquilo que é defeituoso e mau, lutar por sua plena humanização.
Corrigir é a grande obra de amor. Na correção fraterna o cristão faz largo uso do encorajamento. Corrigir o irmão para os caminhos de Deus é uma das maiores facetas da caridade.
Como é rica e particularmente importante a Palavra do Senhor. Vamos guardá-la e transformá-la em vida. Temos, com certeza, muitos irmãos que esperam, sem saber, a nossa ajuda amiga, para a descoberta do verdadeiro sentido de suas vidas.
+Dom Eduardo Rocha Quintella
Bispo Católico Ortodoxo Belo Horizonte
Diocese Católica Ortodoxa De Belo Horizonte





Bispo: Dom Eduardo Rocha Quintella

Catequese Eucarística.

Dia 06/09/2013

Não há Celebração Eucarística sem comunhão. Também nossa Eucaristia interior que a tradição chamou de Comunhão Espiritual, é alimentar-se pela fé, com o Corpo e Sangue de Cristo sem usar os elementos visíveis do pão e do vinho. Sabemos que o pão de Deus é o pão que desce do céu e dá vida ao mundo.....

Eu sou o pão da vida(Jo 6,63)

Vem Senhor Jesus....

Tende Piedade de nós
Oração pela Síria: Dom Eduardo Rocha Quintella preside Vigília Eucarística e Missa.
06/09/2013

Oração pela Síria: Dom Eduardo R. Quintella preside Vigília Eucarística e Missa.

No próximo Domingo, 8 de setembro, o bispo Diocesano Ortodoxo de Belo Horizonte, Dom Eduardo Rocha Quintella, preside Missa e Vigília Eucarística na Paróquia São José- Vila Maria- Lagoa Santa, pela paz na Síria.

Programação da Paróquia São José

15h - Vigília Eucarística

16h - Missa

Paróquia São José

Av. Pinto Alves, 2414 – Vila Maria – Lagoa Santa.

Informações: 31-9138-9943

A Diocese Ortodoxa de Belo Horizonte promove a Campanha Juntos pela Síria, com o objetivo de captar recursos para a compra de alimentos. Por causa dos bombardeios, grande parte da população daquele país está desabrigada, sofrendo com a fome. Contribua com a Campanha.

Caixa Econômica Federal

Agência: 2161-

Operação: 013

Conta Corrente: 20362-2

Mitra Diocesana Ortodoxa de Belo Horizonte

domingo, 1 de setembro de 2013

Banquete Da Vida 

Diocese Católica Belo Horizonte

Bispo:  Dom Eduardo Rocha Quintella

Portal na Internet: www.domquintella.com.br   

Dia 01/09/2013



A vida é um banquete para o qual todos os seres humanos são convidados a participar com igualdade de condições e honras. Nesse banquete, da vida o lugar do discípulo de Jesus é o último, ou seja, o lugar do servidor. Ele por amor a nós se faz servo, e nos convida a fazer o mesmo. 

Uma das características dos servidores do banquete da vida, do Reino, é a humildade, que é contrária à auto-suficiência. Ser humilde é reconhecer a pequenez do ser humano, necessitado da força de Deus para viver e servir no banquete da vida.

É o caminho que o mesmo Jesus percorre, faz-se servo por amor até a morte de cruz e é exaltado pelo Pai, como canta o hino de Paulo ao filipenses.

Considero que aqui está uma das regras de ouro dos discípulos de Jesus, servir a todos sem exclusão, mais ainda prestar maior atenção aos pobres, aleijados e cegos.

Olhando ao nosso redor, os pobres, aleijados e cegos são aqueles que por diferentes razões já não contam para a sociedade porque não servem segundo a lei do mercado. Não podem contribuir para seu crescimento econômico, para o qual não existem.

A realidade na qual vivemos é um apelo à nossa generosidade e gratuidade para fazer deste mundo a verdadeira casa de todos os filhos de Deus.

Jesus nos adverte a não buscar recompensa agora, a não esperar o reconhecimento ou retribuição de ninguém. Unamo-nos gratuitamente ao projeto de Deus, e Deus mesmo se encarregará de cuidar de seus filhos.
Diocese Católica Belo Horizonte

Portal na Internet: www.domquintella.com.br

Bispo: Dom Eduardo Rocha Quintella

Catequese Dominical.

XXIIº Domingo Do Tempo Comum – Ano Litúrgico C

Dia 01/09/2013.



Setembro é o mês da Bíblia em que a Igreja recorda a sua importância.  Que a Palavra de Deus seja a luz dos nossos passos e o clarão das nossas consciências. Que a leitura orante e o estudo das Escrituras nos levem a aderir ao Mistério Pascal de Jesus Cristo.
Neste mês da Bíblia, procuremos assimilar o que a palavra nos propõe, e, mais que isso. Praticá-la sempre, para assim podermos crescer no amor, na fé, com uma religiosidade mais madura. E, ajudar a sociedade a se tornar mais cristã.

Oração Do Dia:

Ó Vem Conosco, vem caminhar, Santa Maria, Vem.............(BIS)


Mesmo que digam os Homens: Tu nada podes mudar; lutas por um mundo novo, de unidade e paz.

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