sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Oração pela Síria: Dom Eduardo Rocha Quintella preside Vigília Eucarística e Missa.
06/09/2013

Oração pela Síria: Dom Eduardo R. Quintella preside Vigília Eucarística e Missa.

No próximo Domingo, 8 de setembro, o bispo Diocesano Ortodoxo de Belo Horizonte, Dom Eduardo Rocha Quintella, preside Missa e Vigília Eucarística na Paróquia São José- Vila Maria- Lagoa Santa, pela paz na Síria.

Programação da Paróquia São José

15h - Vigília Eucarística

16h - Missa

Paróquia São José

Av. Pinto Alves, 2414 – Vila Maria – Lagoa Santa.

Informações: 31-9138-9943

A Diocese Ortodoxa de Belo Horizonte promove a Campanha Juntos pela Síria, com o objetivo de captar recursos para a compra de alimentos. Por causa dos bombardeios, grande parte da população daquele país está desabrigada, sofrendo com a fome. Contribua com a Campanha.

Caixa Econômica Federal

Agência: 2161-

Operação: 013

Conta Corrente: 20362-2

Mitra Diocesana Ortodoxa de Belo Horizonte

domingo, 1 de setembro de 2013

Banquete Da Vida 

Diocese Católica Belo Horizonte

Bispo:  Dom Eduardo Rocha Quintella

Portal na Internet: www.domquintella.com.br   

Dia 01/09/2013



A vida é um banquete para o qual todos os seres humanos são convidados a participar com igualdade de condições e honras. Nesse banquete, da vida o lugar do discípulo de Jesus é o último, ou seja, o lugar do servidor. Ele por amor a nós se faz servo, e nos convida a fazer o mesmo. 

Uma das características dos servidores do banquete da vida, do Reino, é a humildade, que é contrária à auto-suficiência. Ser humilde é reconhecer a pequenez do ser humano, necessitado da força de Deus para viver e servir no banquete da vida.

É o caminho que o mesmo Jesus percorre, faz-se servo por amor até a morte de cruz e é exaltado pelo Pai, como canta o hino de Paulo ao filipenses.

Considero que aqui está uma das regras de ouro dos discípulos de Jesus, servir a todos sem exclusão, mais ainda prestar maior atenção aos pobres, aleijados e cegos.

Olhando ao nosso redor, os pobres, aleijados e cegos são aqueles que por diferentes razões já não contam para a sociedade porque não servem segundo a lei do mercado. Não podem contribuir para seu crescimento econômico, para o qual não existem.

A realidade na qual vivemos é um apelo à nossa generosidade e gratuidade para fazer deste mundo a verdadeira casa de todos os filhos de Deus.

Jesus nos adverte a não buscar recompensa agora, a não esperar o reconhecimento ou retribuição de ninguém. Unamo-nos gratuitamente ao projeto de Deus, e Deus mesmo se encarregará de cuidar de seus filhos.
Diocese Católica Belo Horizonte

Portal na Internet: www.domquintella.com.br

Bispo: Dom Eduardo Rocha Quintella

Catequese Dominical.

XXIIº Domingo Do Tempo Comum – Ano Litúrgico C

Dia 01/09/2013.



Setembro é o mês da Bíblia em que a Igreja recorda a sua importância.  Que a Palavra de Deus seja a luz dos nossos passos e o clarão das nossas consciências. Que a leitura orante e o estudo das Escrituras nos levem a aderir ao Mistério Pascal de Jesus Cristo.
Neste mês da Bíblia, procuremos assimilar o que a palavra nos propõe, e, mais que isso. Praticá-la sempre, para assim podermos crescer no amor, na fé, com uma religiosidade mais madura. E, ajudar a sociedade a se tornar mais cristã.

Oração Do Dia:

Ó Vem Conosco, vem caminhar, Santa Maria, Vem.............(BIS)


Mesmo que digam os Homens: Tu nada podes mudar; lutas por um mundo novo, de unidade e paz.

sábado, 31 de agosto de 2013

Dom Eduardo R. Quintella - Bispo Diocesano Belo Horizonte - Exalta o Mistério Pascal De Cristo

31/08/2013
Proposta de Jesus
Jesus nos apresenta uma proposta desafiadora. Proposta que coloca à prova toda a nossa caminhada de cristãos. Para tanto, é preciso muita capacidade de entendimento e, sobretudo, coragem para aceitar esse desafio de Jesus.
Não é fácil renunciar a bens e privilégios, mas é fundamental abandonar velhas maneiras de pensar e agir. Quem busca ser fiel à Palavra de Deus assume seu projeto de vida plena.
Experimenta pessoalmente a verdade de que os sistemas do mundo não combinam com o evangelho de Jesus Cristo.
No sentido amplo da Palavra, toda pessoa de fé é seguidora de Jesus Cristo, aderindo a sua pessoa, comprometida com sua causa, convidada a compartilhar do seu destino: morte e ressurreição, sofrimento da cruz e alegria pela vitória.
A Igreja é sacramento de Cristo porque é seguidora Dele, e Cristo é sacramento fontal do Pai. É o novo povo de Deus que o Espírito Santo conduz nas pegadas do Senhor crucificado e ressuscitado.
No tempo da continuidade da missão de Jesus, até sua plena realização, o seguimento é obra do Espírito Santo. 
O cristão repete a experiência religiosa, encontrando seu Senhor presente no templo e no culto: na manifestação de sua glória, no banquete eucarístico, nos cantos litúrgicos da assembléia, na graça e união íntima.
E esta maravilhosa experiência o enche de esperança, como uma sede total daquela união plena e definitiva na Jerusalém celeste.
+Dom Eduardo Rocha Quintella
Bispo Diocese Belo Horizonte
Catequese Diária

Portal www.domquintella.com.br
31/08/2013
+Dom Eduardo Rocha Quintella
Bispo Diocese Belo Horizonte.
É necessário, reconhecer a presença de Cristo vivo em nossa própria vida. Sugerimos duas experiências privilegiadas pela comunidade cristã: a escuta pessoal da Palavra interpretada por Cristo e em Cristo e a experiência da ceia fraterna da eucaristia.
Oração do Dia:
Senhor tende piedade de nós.....
Vem Senhor Jesus.....
Dom Eduardo Rocha Quintella - Bispo Diocese Belo Horizonte - Mostra um Pouco da Sua Previdência Privada - Forluz...




Em tempos de ameaça de inflação, a meta é organizar as contas
 
Em tempos de ameaça de inflação, a meta é organizar as contas
 
Tanto para o participante assistido, Marcos Antônio de Souza, quanto para o ativo, Sérgio Tadeu Resende, um dos principais desafios do planejamento financeiro no momento é driblar a alta dos preços. A inflação acumulada em 12 meses foi de 6,27%, até julho. O percentual ficou próximo do teto da meta do governo de 6,5% e acima do centro da meta (4,5%). Confira, nesta edição, as experiências e estratégias dos participantes para manter as finanças em equilíbrio. E conheça, também, um pouco de suas histórias de vidas e opiniões sobre longevidade, educação financeira, Forluz e outros assuntos de interesse.
 
 
 
 
Queda de renda
Queda de renda
Olá, EDUARDO! Segue o novo Dois Tempos.Agosto 2013 - Nº24
  
 
 Sérgio Tadeu Resende, participante ativo 
 
 
1. Desde quando está na Cemig e como tem sido sua evolução profissional?
 
Quando estava para terminar o curso técnico de eletrotécnica pelo Senai, em junho de 1985, fui escolhido pelo diretor da Escola de Sete Lagoas para iniciar o estágio na Cemig. Durante 10 meses estagiei e, com pouco tempo, fui contratado pela antiga gerência de obras, sendo efetivado em julho de 1989 na Divisão de Laboratórios, onde adquiri grande experiência profissional e boa convivência com as pessoas.
 1. Desde quando está na Cemig e como tem sido sua evolução profissional?
 
 
2. Em sua opinião, o que fazer para manter o equilíbrio financeiro, principalmente nos momentos em que as contas aumentam e o salário não acompanha a inflação?
 
Sei que nem sempre é fácil para todos nós. Mas devemos seguir as cartilhas dos programas de educação financeira. Podemos substituir algum produto que está caro por outro que está na safra e consequentemente com melhor preço. Optarmos pelo transporte coletivo em vez do carro e, quem sabe, praticarmos a carona solidária.
 
 
 
3. Com a expectativa de vida cada vez maior, como você acha que as pessoas deveriam se preparar para o futuro?
 
Primeiramente, buscando sempre a saúde. Viver mais é bom, mas devemos estar bem em todos os sentidos. A boa alimentação, a prática de esportes, a mente sempre ativa e sermos otimistas são condições essenciais para a longevidade. Podemos também planejar nossa velhice. Sendo assim, devemos economizar um pouco para que, quando chegar lá, tenhamos condições financeiras para aproveitar a vida da melhor forma. Nós temos a Forluz que nos proporciona esta suplementação. Mas quem não tem, deve procurar uma forma de garantir uma boa aposentadoria
 
 
 
4. Você participou do encontro do Programa de Educação Previdenciária e Financeira da Forluz - Para Viver Melhor, na Cidade Industrial, em agosto. Em sua opinião, qual a importância da realização de eventos como esse?
 
É sempre muito proveitoso participar de eventos assim, com informações capazes de incentivar nosso crescimento pessoal. Mesmo acompanhando os dados no portal da Forluz, considero importante nos mantermos informados também nos encontros promovidos pela Fundação. Mais detalhes sobre como a Forluz faz investimentos e administra nossos recursos são sempre tratados nos encontros.
 
 
 
5. O que nós, participantes e Fundação, poderíamos fazer para conscientizar nossas famílias e a população em geral sobre a importância de possuir um plano de complementação de aposentadoria?
 
Acho que devemos conscientizar as pessoas de que os benefícios da suplementação à aposentadoria oficial são essenciais para tentar manter o mesmo padrão de vida. A previdência social oferece um teto baixo, dependendo do salário da ativa. Podemos orientar as pessoas também que os valores das contribuições podem ser deduzidos da base de cálculo do Imposto de Renda. E ainda existe a possibilidade de fazer contribuições extras, incluir e excluir beneficiários, aumentar ou reduzir o valor das contribuições e realizar resgates.
 
 
 
6. Já faz planos para a aposentadoria? Quais suas expectativas e sonhos para o futuro?
 
Mesmo estando com 27 anos de empresa, a aposentadoria não está nos meus planos em curto prazo. Considero que ainda posso ter muitas realizações profissionais. Mas quando acontecer este momento, espero ter muita saúde e disposição para aproveitá-lo bem. Ter mais momentos juntos com minha família e com meus amigos, viajar sem data definida de retorno. Enfim, viver sem muita preocupação.
 
 
 

 
 Marcos Antônio de Souza, participante assistido 
 
 
1. Fale um pouco sobre sua trajetória na Cemig.
 
Trabalhava na Transporte de Valores Minas Forte e em uma das entregas de remessa de dinheiro na Cemig, o gerente do RH me informou sobre a abertura de 26 vagas para o cargo de guarda de segurança patrimonial. Fiz a prova e, para minha surpresa, vi que muitos empregados da Minas Forte estavam lá para concorrer às vagas. Fiquei entre os cinco empregados da empresa que passaram na prova. Em 1988, me tornei eletricista: passei pela inspeção, ligação, manutenção, iluminação pública e terminei no plantão, a última atividade exercida na empresa até o desligamento em 2009.
 1. Fale um pouco sobre sua trajetória na Cemig.
 
 
2. Como era o trabalho que você exercia? Sente saudades?
 
Com muito orgulho fui eletricista. Na época, o trabalho não era como hoje: existia muito alumínio de cabo nu e quando ventava na cidade, o sistema todo caía. Não havia como o profissional isolar o fio e deixar o conserto para depois da chuva ou depois do vendaval. Tínhamos que resolver o problema na hora. Dobrávamos o horário de trabalho e sempre fazíamos plantão. Não importava se o trabalho fosse debaixo de sol ou de chuva, ou se até mesmo fosse à noite toda. Perdemos as contas das datas comemorativas que deixamos de ficar com nossas famílias para resolver problemas, e com prazer. Quando digo nós, é porque ganhamos uma segunda família. Aproveito a oportunidade para enaltecer o trabalho dos meus amigos eletricistas, des de aqueles que trabalhavam na capital até os das localidades. Todos sempre doaram tempo com muito orgulho, disposição e apaixonados pelo que faziam.
 
 
 
3. Durante sua vida laborativa, procurava se informar sobre a Fundação e acompanhar as decisões sobre seu plano de previdência? Que importância isso tem ou teve para você?
 
Infelizmente, não me preocupava em acompanhar as decisões. Deveria ter buscado entender mais, mas sabia que existiam os planos e confiava muito na administração deles. A Forluz sempre esteve ao lado dos participantes e tem um histórico de um trabalho sério. Exerci minha profissão com segurança, na certeza de que eu e minha família estávamos cobertos e resguardados pela Forluz.
 
 
 
4. No momento de requerer o benefício na Forluz, você possuía as informações necessárias para tomar uma decisão segura e consciente? Como foi passar por esta fase da vida?
 
Na época tive dúvidas. Abri mão do Plano B para poder construir uma casa para minha família e fiquei apenas com o Plano A. Quando acontece o desligamento, fica uma lacuna na vida da gente muito grande, principalmente de amizades. Foram mais de 23 anos de trabalho, com experiências repletas de alegrias e outras vezes de dissabores, mas no final tudo sempre dava certo. Com fé em Deus, tive força para continuar batalhando e a prova é que ainda estou vivo. Muitos colegas faleceram após a aposentadoria e creio que a ociosidade e a falta dos companheiros foram responsáveis por isso. Éramos uma grande família. Às vezes, acompanhávamos nossos colegas até nos hospitais. A aposentadoria não tem hora certa pra ninguém e deixa sempr e um desejo, uma saudade. O importante é buscar outros caminhos para a realização, já que a habilidade e agilidade não são mais as mesmas da juventude.
 
 
 
5. Como você costuma organizar suas finanças domésticas?
 
Passei alguns apertos financeiros, mas hoje planejo os gastos e coloco tudo na ponta do lápis. Faço sempre mais de um orçamento antes de comprar. Nós, aposentados, temos que ter em mente que a renda cai e temos que ter muito cuidado para controlar os gastos.
 
 
 
6. Como controlar os gastos quando os preços não param de subir?
 
Há uma surpresa a cada vez que vamos ao supermercado. Toda semana o preço dos produtos está diferente e o governo insiste em afirmar que não tem inflação. A saída é simples: a pessoa deve arrumar outro trabalho ou mudar o estilo de vida. Ou complementa o salário ou muda o gasto mensal passando a consumir apenas o básico.
 
 
 
7. E hoje, você acompanha as ações da Forluz? Como?
 
Acompanho as alterações regulamentares, a rentabilidade dos planos e demais informações por meio dos jornais e comunicados que chegam à minha casa. Também troco experiências com meus amigos que se aposentaram. Além disso, procurei apoio na assistência social da Forluz e fui muito bem orientado. A Fundação tem me ajudado com ações bastante efetivas.
 
 
 
  
 
 

domingo, 25 de agosto de 2013

Dom Marcelo Freire-Bispo Do Rio De Janeiro-Escreve um Desagravo a Dom Milingo-Patriarca da África

25/08/2013
DESAGRAVO A DOM EMMANUEL MILINGO
  
      Com o fito de dirimir eventuais dúvidas sobre a pessoa do preclaro Patriarca da África, Dom Emmanuel Milingo, temos a dizer o seguinte: O insigne Bispo nasceu em 13 de junho de 1930 em Mnukwa (Zâmbia), foi ordenado padre em 1958 e arcebispo de Lusaka em 1969, pelo Papa Paulo VI.
       Em 2001 convolou núpcias com a Sra. Maria Sung, sendo certo que sofreu censuras por parte de sua anterior denominação religiosa, tendo em vista, em tese, ter violado algumas das rezas do código político religioso.
       As perseguições que Dom Emmanuel Milingo vem sofrendo são descabidas, despropositadas, vazias, que não se sustentam diante da luz solar e, principalmente, da luz que emana do Fundador e Sustentador da Verdadeira Igreja (cujos membros estão espalhados nas mais diversas denominações cristãs), que é o próprio Cristo, o Senhor de todas as coisas.
         Quanto ao bispado de Dom Emmanuel Milingo, a História e o próprio homem jamais poderão apagar, que:

1 – Ele não poderá ser anulado pelos homens, posto que dado pelo próprio Senhor Jesus Cristo, conforme as rezas do Apóstolo São Paulo, in verbis: 
2 – O casamento com a Senhora Maria Sung jamais esteve em confronto com as prescrições divinas, cabendo trazer à baila o texto sagrado que lança luzes sobre a dúvida existente:

“É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, temperante, sóbrio, ordeiro, hospitaleiro, apto para ensinar;” (1ª Timóteo, 3-2). 
3 - É curial salientar que Dom Emmanuel Milingo vem sofrendo como cristão, e não como transgressor da lei, o que, de certa forma, é perfeitamente louvável, conforme as rezas de São Pedro, in verbis:

“Mas nenhum de vós sofra como assassino, ou ladrão, ou malfeitor, ou como alguém que se intromete em assuntos alheios;” (1ª Epistola de Pedro, 4-15). 
4 – Repise-se, Dom Emmanuel Milingo nunca deixou e nunca deixará de exercer seus múnus sagrado, posto que foi chamado e comissionado pelo próprio Cristo (Dono da Seara), unicamente a quem deve sua alma, fazendo jus a máxima do Apóstolo Pedro:
 “Mais importa obedecer a Deus do que aos homens". (Atos 5:29). 

5 – Desejar uma igreja onde os homens (sacerdotes) e mulheres (religiosas) possam casar (conforme preconiza a Palavra de Deus) tem sido a perene luta de Dom Emmanuel Milingo, de clareza solar, assente a palavra do Apóstolo Paulo:

“Mas como o Espírito diz claramente que, nos últimos tempos, alguns apostarão da fé, escutando espíritos enganadores e doutrinas de demônios, que, com hipocrisia, falarão mentiras, tendo cauterizada a própria consciência; proibindo o casamento  e ordenando a abstinência dos alimentos que Deus criou...” ((1ª Timóteo, 4.1-3). 
6 – As aleivosias em que se assentam as sentenças canônicas que tentam decretar a morte civil e religiosa do protagonista desta crônica não encontram eco sequer no vale dos ossos secos (Ezequiel 37). Se por absurdo seus estertores pudessem fazer luzir a clarificação da Santíssima Trindade, seriam ofuscados pela mundanidade dos procedimentos correntes nas Monarquias, e nos Palácios, em que se transformam as denominações de focos coadjuvantes.

7 – De abençoada memória, o saudoso jurisconsulto Águia de Haia, Ruy Barbosa, com a verve que lhe era peculiar, em hipotética defesa, sem sofismas diria: No império foi julgado Dom Emmanuel Milingo, que foi tratado como agitador e subversor do povo, bem como das instituições. E prosseguiria: De cada vez que há precisão de sacrificar um amigo do direito, um advogado da verdade, um protetor dos indefesos, um apóstolo de idéias generosas, um confessor da lei, um educador do povo, é esse, a ordem canônica (divorciada da Palavra de Deus), o pretexto, que renasce, para exculpar os julgadores...omissis. 

8 – Dom Emmanuel Milingo, em sua caminhada, vem sagrando bispos para a Seara do Divino Mestre, pois Ele mesmo disse: “Grande é a vinha, mas poucos são os trabalhadores”. De modo que, nas referidas sagrações, não tem o eminente Bispo o escopo de sagrar o homem para o homem, e sim para o trabalho do Senhor.

9 – Derradeiramente, feliz é aquele a quem a Suma Potestade Cumula de bençãos, e cuja transgressão é perdoada, pois verá o  resultado de seu trabalho.
       Salve Dom Emmanuel Milingo.

domingo, 18 de agosto de 2013

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