terça-feira, 28 de março de 2017

                                                        


Igreja Católica Apostólica Missionária

VENERA VENERABILIBUS FRATRIBUS
ARCHIEPISCOPIS, EPISCOPIS, PRESBYTERIS, DIACONIS.
CERTERIS QUE POPULI DEI MEMBRIS

DOM EDUARDO ROCHA QUINTELLA

SERVUS GRATIA DEI PRO CHRISTI ET ECCLESIA AD PERPETUAM REI MEMORIAM


A Igreja Católica Apostólica Missionária na Pessoa 

do  seu Bispo Diocesano Missionário de Belo 

Horizonte, vem solicitar a todas as pessoas de Boa 

Vontade, doações  para seu projeto social, 

Armazém Solidário - Famílias solidárias 

Segue abaixo minuta projeto social.

Para depósito em Conta Bancária,  segue os dados:

Nome: Igreja Católica Apostólica Missionária 

Banco Cooperativa do Brasil - Número 756

Agência : 3157

Número da conta: 7786-0




PROJETO SOCIAL ARMAZÉM SOLIDÁRIO
FAMÍLIAS SOLIDÁRIAS

Minuta do Projeto

1. Introdução:

No contexto mundial de empobrecimento em que vivemos umas das respostas aos apelos da realidade, tem sido através dos projetos sociais. A Igreja Católica Apostólica Missionária (ICAM) está se envolvendo cada vez mais nestas ações sociais; com o Projeto social Armazém solidário, visando  formar famílias solidárias. Este Projeto propicia a 40 famílias, ajudando a serem protagonistas da autonomia e sustentabilidade, através de uma formação integrada, que possibilite partilhar com outras famílias o bem que receberam. Incentivar e consolidar a cultura e o trabalho voluntário e promover a educação para o exercício consciente da solidariedade e da cidadania, investindo em parcerias com pessoas, organizações sociais, empresas e outros Centros de voluntariado. Voluntariado e solidariedade é uma ação social transformadora, consciente e solidária. Assim, acreditamos que, para realizar a nossa missão, precisamos fortalecer e a disseminar essa prática através da ICAM e suas ações sociais. Queremos que este projeto contribua para que mais pessoas se unam a causa do voluntariado e que as organizações sociais participem com programas de voluntariado solidário atuantes, comprometidos e transformadores.

2. Objetivo

Organizar campanhas de arrecadação e distribuição de itens de primeira necessidade para famílias; Preparar kits, como materiais necessários aos cuidados de recém-nascidos; Realizar eventos beneficentes. Atender crianças em creches ou internatos e auxiliar idosos em abrigos ou asilos; Acompanhar e auxiliar as famílias de pessoas privadas de liberdade e dignidade.

3 – Ação

Organizar e participar de programas de desenvolvimento comunitário e de incentivo à participação social e ao voluntariado; Participar em campanhas de defesa de direitos e promover valores éticos; Oferecer orientação jurídica  a pessoas necessitadas. Sensibilizar e mobilizar empresários e autoridades para a causa e as necessidades de organizações não governamentais. Auxiliar na aquisição de cadeiras de rodas, utensílios domésticos, roupas, brinquedos, eletrodomésticos, moveis, cestas básicas e todo material necessário  ao grupo familiar digno.

4. Coordenação

Para o sucesso de um programa de voluntariado solidário, é fundamental a existência de um coordenador. Ele tem como função inspirar, incentivar, orientar e promover o desenvolvimento da mão-de-obra voluntária. Além disso, possui responsabilidades gerenciais que incluem planejamento, organização, direção e monitoramento. Enfim, deve ser um facilitador. Dentre as atividades que um eficiente coordenador de voluntários solidários realiza  e se relacionar com os voluntários; Estabelecer uma comunicação efetiva entre voluntários e a equipe contratada; Ouvir e envolver o outro; Planejar, organizar, delegar trabalho e supervisionar projetos; Gerar e motivar mudanças; Captar, recrutar e motivar futuros voluntários; Envolver-se e se comprometer com os projetos; Coordenar grupos e assumir liderança democrática; Atuar na resolução de conflitos. É também função do coordenador refletir acerca de práticas e identificar as oportunidades de voluntariado. Além disso, ele também é responsável por informar as regras e procedimentos da organização para a equipe de voluntários. Ele trabalha para que o voluntário se identifique com a missão e projetos da organização social, que trabalhe com a certeza de que seu esforço faz uma imensa diferença.

5. Motivação

O trabalho voluntário e solidário deve ser encarado com comprometimento e profissionalismo. Não se pode esquecer que sempre há regras a serem seguidas e metas a serem cumpridas, independentemente da causa ou da amplitude do projeto. O voluntário solidário procura conhecer seus deveres. Coloca a ética e a solidariedade em primeiro lugar e em todas as suas decisões. Aproveita as habilidades desenvolvidas com o trabalho voluntário e solidário se capacitando cada vez mais para aperfeiçoar sua atuação. Age conforme os princípios da causa que defende coerente com os valores e a missão da organização.
           
6.  Organização social

A organização pode ganhar com o serviço voluntário, desde que seja organizado e atuante. A atividade possibilita a ampliação e o fortalecimento de seus serviços e programas. Também atrai novas habilidades, talentos e conhecimentos. A presença de voluntários aumenta a visibilidade da organização social e da causa, além de otimizar recursos. O trabalho voluntário melhora os serviços prestados ao público beneficiado. Cresce a atenção e o reconhecimento do público. Com ele, as equipes de funcionários são liberadas para tarefas mais ligadas à sua especialidade.

7.  Sociedade

Quando a cultura do voluntariado é propagada e passa a fazer parte da vida das pessoas, a sociedade ganha com indivíduos conscientes da realidade social e prontos para fazer a diferença. Torna-se uma comunidade autoconfiante, convicta de sua capacidade para resolver seus próprios problemas e transformar sua realidade, promovendo mudanças em políticas públicas. Cria-se um círculo virtuoso: cada cidadão percebe que, ajudando a comunidade, faz sua parte para compor um mundo melhor. O voluntariado ajuda a cimentar as bases da democracia quando alia solidariedade, engajamento cívico e compromisso com a transformação social. O trabalho voluntário não substitui o Estado, nem busca ocupar o espaço do trabalho remunerado, mas exprime a capacidade da sociedade de assumir responsabilidades e de agir por si mesma.

8. Conclusão

O voluntário e a solidariedade devem rever periodicamente suas crenças e valores para que as eventuais dificuldades se tornem desafios a serem vencidos. Ser voluntário não é preencher tempo vago, mas ocupar um espaço de cidadania: é dar significado à vida, é participar e ser solidário, é trazer brilho e colorido especiais às organizações sociais. Ser voluntário solidário é ser diferente e fazer a diferença. O voluntariado visa à promoção do cidadão, substitui o amadorismo pelo profissionalismo e reconhece o potencial transformador de cada um na construção de uma sociedade mais justa. O voluntariado busca transformar as dificuldades em desafios a serem vencidos! A Organização Social e o Coordenador de Voluntários devem sempre lembrar-se de que o trabalho voluntário é uma atividade espontânea, que precisa ser realizada com alegria e prazer. Por isso, exige motivação e integração para que seja um sucesso.


 Refletindo

Deus está derramando seu amor por você! Se até hoje você nunca sentiu, talvez por desconhecer esta linda verdade ou mesmo por indiferença, distância, frieza e tantas barreiras, neste momento, quebre esta barreira e permita-se ser amado. Não deixe este momento passar. Não é hora de ser insensível, mas de deixar-se enamorar pelo Amor de Deus...


Oração

Amar... Apesar de tudo!

Amar... Apesar do medo, da ansiedade, da angústia, da incerteza.

Amar... Apesar do passado, do futuro... apesar do presente.

Amar... Apesar dos impasses, das dificuldades, dos problemas.

Amar... Apesar das impossibilidades.

Amar... Apesar do mal, da destruição, da ameaça, do coração de pedra.

Amar... Apesar da separação, da indefinição.

Amar... Apesar da sombra.

Amar... Apesar do outro.

Amar... Apesar de mim.

Amar... Apesar de Deus.

Amar...

Hoje, mais do que nunca, amar.

Amar... A porta que dá acesso ao jardim.

Jean-Yves Leloup




Dom Eduardo Rocha Quintella
Bispo Diocesano Missionário de Belo Horizonte

Dos Servos o menor...

E-mail: domeduardorochaquintella@hotmail.com 

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017



Aqui está o meu filme do Facebook. Encontre o seu em https://facebook.com/lookback/ #FacebookIs10
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016


SILÊNCIO PROFUNDO


Somente quando sentirmos que a realidade é propriamente mais profunda, isto é, que é Deus a realidade mais profunda, nos libertaremos de nossos problemas. É através da oração que podemos mergulhar no espaço do verdadeiro silêncio; silêncio em que tudo está salvo, curado e integrado; silêncio no qual nos é dado sentir uma profunda paz, apesar de todas as feridas e humilhações.

...
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domingo, 3 de julho de 2016



As vezes, temos a tentação de querer um Deus Imaginário, ou seja, que agisse mais magicamente, que tirasse todo o sofrimento do mundo num abrir e fechar de olhos.

domingo, 26 de junho de 2016


Na relação com as pessoas, especialmente com os mais pobres, Manifesta o amor infinito do Pai por cada um deles; adquirindo-se, a sabedoria do Reino e sua responsabilidade por ele.

sábado, 14 de maio de 2016


Na Sua humanidade, Deus entra e se faz presente no mais profundo do ser humano, na existência humana, para nos libertar e recriar.

O Ressuscitado nos convida por meio do Evangelho a beber do amor que brota de seu corpo crucificado e ressuscitado para sermos capazes de amar aos outros como Ele nos amou.
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Pela encarnação de Jesus, Deus atinge as entranhas da humanidade e pela sua paixão, morte e ressurreição a humanidade entra para sempre na vida de Deus.

sexta-feira, 13 de maio de 2016


Dom Eduardo R, Quintella - Bispo Diocesano de Belo Horizonte, nas dependências da Nova Capela de São José Apóstolo Esposo de Maria em Confins - MG

quarta-feira, 6 de abril de 2016


 Veja no Link abaixo - Fotos da Sagração Episcopal do Padre Ronaldo Melo - Sagrado Por Dom Eduardo Rocha Quintella - Bispo Diocesano Belo Horizonte - MG. dia 05/04/2016 - Paróquia São José. - Confins - MG

https://web.facebook.com/profile.php?id=100004881459163# 


SUCESSÃO APOSTÓLICA DE DOM EDUARDO ROCHA QUINTELLA




Lines of Apostolic Succesion

First Line of Apostolic Succession:

1º.  - São Pedro - Mártir -(Simão, filho de Jonas); Galiléia; 
 2º.- Paulo VI (Giovanni Battista Montini)   Itália; 1963 - 1978.
O PAPA Paulo VI sagrou bispo Dom Emmanuel Milingo em 1969.
3º.- Dom Emanuel Milingo – 1969 (Patriarca da Igreja Católica  Apostólica Missionária).
4º.- Dom Eduardo Rocha Quintella, foi Sagrado por Dom Emmanuel Milingo em 10 de setembro de 2011. 
São Pedro (em hebraico: כיפא ou פדרו, em grego: Πέτρος, Pétros, "pedra", "rocha" ; Betsaida, século I a.C., — Morto: Roma, cerca de 67 d.C.) foi um dos doze apóstolos de Jesus Cristo, segundo o Novo Testamento e, mais especificamente, os quatro Evangelhos. Nos católicos consideram Pedro como o primeiro Bispo de Roma , sendo por isso o primeiro Papa da Igreja Católica.
 Papa Paulo VI (em latim: Paulus PP. VI; em italiano: Paolo VI), nascido Giovanni Battista Enrico Antonio Maria Montini) foi o Sumo Pontífice da Igreja Católica Apostólica Romana e Soberano da Cidade do Vaticano de 21 de junho de 1963 até a sua morte.

Dom Emmanuel Milingo (nascido em 13 de junho de 1930) é um ex-arcebispo católico romano de Zâmbia. Em 1969, aos 39 anos, Milingo foi  Sagrado pelo Papa Paulo VI como bispo da arquidiocese de Lusaka.



Dom Eduardo Rocha Quintella (Nascido em 03 de Novembro de 1945) Foi Sagrado Bispo em 10 de Setembro de 2011, por Sua Exc. Rev. Dom Emmanuel Millingo em Belém-PA.

terça-feira, 8 de março de 2016

Parabéns a Mulher que povoa os corações dos Homens, gerando gotas eternizantes de amor, esperança e vida...
Feliz dia Internacional da Mulher. Bençãos de Dom Quintella.

sábado, 30 de janeiro de 2016


Dá-nos tua paz!
Dá-nos, Senhor, aquela Paz estranha
que brota em plena luta
como uma flor de fogo;
que rompe em plena noite
como um canto escondido;
que chega em plena morte
como o beijo esperado.
Dá-nos a Paz dos que caminham sempre,
nus de toda vantagem,
Vestidos pelo vento da esperança.
Aquela Paz dos pobres,
vencedores do medo.
Aquela Paz dos livres,
amarrados à vida.
A Paz que se partilha na igualdade,
como a água e a Hóstia.
aquela Paz do Reino, que vem vindo,
inviável e certo.
Dá-nos a Paz, a outra Paz, a Tua,
Tu que és nossa Paz!
Dom Pedro Casaldáliga

terça-feira, 19 de janeiro de 2016



A ressurreição de Jesus crucificado aparece assim como o fundamento da fé cristã. É a partir da certeza de que Jesus, morto numa cruz, está vivo, que se faz a releitura da sua vida.
O Mistério Pascal é, pois, a chave teológica que nos permite aproximarmo-nos de Jesus. É também a chave que nos permite compreender todo o culto cristão, logo também a Liturgia.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016



O Reino de Deus não se identifica com nenhuma realidade terrena, mas está presente em tudo, pois ele perpassa toda a realidade humana. Ele precisa ser discernido.
A nossa sociedade vive uma fé superficial, materialista, mesquinha e descompromissada, que faz com que o Reino de Deus não apareça, pois não o reconhecem nos pobres e necessitados.

sábado, 16 de janeiro de 2016



Para inserir no Reino de Deus é preciso impregnar-se pela sua dinâmica de amor que leva a modificar a forma de pensar e agir ; olhando o mundo e as pessoas a luz da fé.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016



O seguimento de Jesus que se realiza no encontro com Ele, Plasma o compromisso no cuidado e respeito com toda a criação.
Hoje todo o universo está crucificado com Cristo. Ser seguidores/as de Jesus, viver sua ressurreição é trabalhar para que toda a criação goze da sua Vida em abundância,
Desta forma adoraremos ao Criador.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016


Oração
Façamos deste poema nossa oração neste dia tão especial, para assim sermos renovados/as no nosso serviço aos nossos irmãos/ãs, especialmente os mais pobres.
Batiza meus sentidos
Não amanheças, Senhor,
que ainda meus olhos
não aprenderam a ver-te
no meio da noite.
Não me fales, Senhor,
que ainda meus ouvidos
não logram te escutar
nos barulhos da vida.
Não me abraces, Senhor,
que ainda meu corpo
não percebe tua pele
nos abraços e na brisa.
Não me adociques Senhor,
que ainda minha garganta
não saboreia tua ternura,
no meio do amargo.
Não me perfumes, Senhor,
que ainda meu olfato
não cheira tua presença
no meio da miséria.
Batiza meus sentidos
com o lento decorrer
de tua graça encarnada,
fluindo por meu corpo.
Benjamin Gonzalez Buelta, sj.

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